Roteiro pelo Nepal e Butão – Fev 2018

Uma viagem maravilhosa!

https://vouparaasia.wordpress.com

Kathmandu / Pokhara / Chitwan / Kathmandu / Thimphu / Punakha / Paro / Kathmandu

Desta vez, vamos em busca do Shangri-lá (*), em dois países inesquecíveis – NEPAL (a jóia do Himalaya) – BUTÃO (O país da felicidade) (*) Shangri-lá, é onde o tempo parece deter-se, num ambiente de felicidade e saúde.

Abaixo, encaminhamos o roteiro exclusivo, sugerido pela Indo Ásia Tours, para nosso grupo.

Diferencial: Teremos dois dias FREE em cada país, para podermos fazer comprinhas, fazer nada ou dar rolês pelas cidade.

Alimentação:

• Durante a estadia no Butão e em Chitwan, a alimentação está inclusa e serão feitas nos próprios hotéis ou restaurantes de acordo com a programação diária.

Detalhe importante: teremos que ter no mínimo 8(oito) pessoas para a viagem acontecer, dentro dos valores propostos pela empresa.

Analisem o roteiro, valores e tirem duvidas . Para que a viagem comece a ser estruturada, tem que ser confirmada e dado o sinal de U$ 700.

EM BUSCA DO SHANGRILÁ / NEPAL E BUTÃO / FEVEREIRO 2018

ROTEIRO

17 noites / 18 dias

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O NEPAL é um país pequeno, quase do tamanho do estado do Ceará, que fica na Ásia entre a China (Tibet) e a Índia. O país, faz parte da mais alta cadeia montanhosa do mundo, o HIMALAYA que significa “morada da neve”. Essa cadeia é o lar do ponto mais alto do planeta, o Everest (8.844m).

DAY 01:01 Fev 2018: CHEGADA EM KATHMANDU

Recepção no aeroporto e transfer para o hotel.

A tarde, se o grupo estiver descansado, visitaremos Kathmandu Durbar Square – que é o complexo de palácios, pátios e templos como o Palácio de Hanumandhoka, Kumari Ghar (Morada da deusa da Vida), o templo de Taleju (costumava ser o assento dos antigos Reis de Malla de Katmandu.

DAY 02: 02 Fev 2018: TOUR GUIADO EM KATHMANDU VALLEY (B)

Café da manhã incluso. Depois do café visitaremos Boudhanath Stupa e Patan Durbar Square.

Boudhanath Stupa é um dos mais antigos e maiores monumentos budistas do Nepal. A Stupa é cercada por muitas casas privadas coloridas e mosteiros e é considerada como a Meca para Budistas tibetanos.

Patan é uma das principais cidades do Nepal. É conhecida pelos seus templos hindus e budistas, santuários, artes e ofícios tradicionais, palácio antigo e, claro, sua cultura.

Patan                  Foto: PATAN

DAY 03: 03 Fev 2018: TOUR GUIADO EM KATHMANDU VALLEY (B)

Café da manhã incluso. Após o café da manhã, visitaremos, Swoyambhunath e Bhaktapur Durbar Square.

Swoyambhunath – Templo dos Macacos. Maha Chaitya, é uma das jóias arquitetônicas do mundo, de aproximadamente 2000 anos, patrimônio cultural mundial da UNESCO, que fica localizado na parte ocidental de Kathmandu. O Monkey Temple é o centro de todos os devotos do budismo Bajrayana. Todo o complexo da Swoyambhunath Maha Chaitya está repleto de monumentos históricos.

Bhaktapur é uma cidade antiga do vale de Kathmandu, patrimônio cultural mundial da UNESCO, que fica no vale de Kathmandu e tem aproximadamente meio milhão de pessoas. A cidade, desde tempos remotos, era a rota comercial entre a China, Tibet e a Índia.

BHAKTAPUR DURBAR SQUARE, o templo de Nyatapole de cinco andares (o mais alto do Nepal), o templo de Bhairav, o quadrado da cerâmica, a praça Dattatraya, as ruas estreitas e o estilo de vida das pessoas de Newar são as principais atrações de BHAKTAPUR.

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.01.29    Foto: templo de Nyatapole (BHAKTAPUR).

DAY 04: 04 Fev 2018: KATHMANDU – DIA LIVRE

Café da manhã incluso. Dia livre para atividades pessoais

DAY 05: 05 Fev 2018: TRANSFER DE AVIÃO PARA POKHARA (B) / 30 MINUTES

Café da manhã incluso. Após o café da manhã transfer para o aeroporto com destino à Pokhara, cidade que fica no vale natural mais bonito do Nepal e é um dos destinos turísticos de maior popularidade. O Lago Phewa, sobressai no meio da cidade, que cresceu à sua volta, tendo ao fundo o Annapurna, o Machhapuchre (Fishtail) e as incontáveis Montanhas.”.

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.03.11          Foto: Lago Pewa

DAY 06: 06 Fev 2018: TOUR GUIADO EM POKHARA VALLEY (B)

Café da manhã incluso. Bem cedo, no início da manhã, iremos para SARANGKOT, que é um lugar muito famoso para contemplar o nascer e o pôr do sol. Se tivermos sorte e o dia estiver claro e aberto, teremos uma visão panorâmica do Himalaya. Depois de passar algum tempo em Sarangkot, retornaremos ao hotel para o café da manhã. (Levar água e barrinhas ou algo similar pois o café seráapós o passeio)

NA PARTE DA TARDE VISITAREMOS OS SEGUINTES LUGARES:

DAVI’s FALL, Pokhara Devi’s Fall é outro lugar delicioso, também conhecida localmente como Patale Chhango, é a cachoeira mais fascinante do Nepal.

GUPTESHWOR MAHADEV, É a caverna mais famosa do Nepal e há rumores de que é a mais longa com 2.950 metros e foi descoberta no século XVI. Há vários santuários pela caverna, o maior deles é dedicado ao Deus Shiva. Recomenda-se que leve uma lanterna de cabeça.

TEMPLO DE BINDHABASINI, É o templo mais famoso de Pokhara.

ACAMPAMENTO DE REFUGIADOS TIBETANOS, Um ”little Tibet”. Um pequeno povoado onde os refugiados construíram escola, templos e onde procuram manter a cultura e a religiosidade do Tibet. No local, podem ser adquiridos artesanatos tibetanos.

DAY 07: 07 Fev 2018: DIA LIVRE EM POKHARA (B)

Café da manhã incluso.

Sugestão 1: Curta um passeio de barco no lago Phewa, o segundo maior lago do Nepal, que é o centro de todas as atrações em Pokhara. Aqui, pode-se navegar ou solicitar que um barco contratado o(a) leve até para visitar o templo no meio da ilha. As margens do lago são ideais para relaxamento. À noite e explorar o centro turístico é muito agradável.

Sugestão 2: Jantar à beira do lago, com apresentação de dança nepalesa.

DAY 08: 08 Fev 2018: POKHARA-CHITWAN NATIONAL PARK / 148km / 4-5 HRS (B+L+D)

Café da manhã incluso. Vamos viajar de 4 a 5 horas para o sul (126km) até Narayanghat e mais 22km até o Jungle Villa Resort. Ao chegarmos ao Resort, o Programa Oficial será informado aos nossos passageiros.

OBSERVAÇÃO:

O programa atualizado será entregue à você, no momento da chegada ao Resort.

A programação poderá sofrer alterações devido a fatores climáticos, de acesso ou que possam interferir na segurança dos participantes. Pensão completa inclusa.

PROGRAMA

  • 01:00 pm Almoço
  • 03:30 pm ELEFANTE SAFARI (*)
  • 06:00 pm Tour às margens do Rio para contemplar o por do sol.
  • 07:00 pm Jantar

Pensão completa inclusa.

DAY 09: 09 Fev 2018: CHITWAN NATIONAL PARK (B+L+D)

PROGRAMA:

  • 06:30 am Acordar
  • 07:00 am Village Tour
  • 08:15 am Café da manhã
  • 09:30 am Canoagem no rio Rapti
  • 11:00 am Visita ao Centro de Criação de Crocodilo
  • 01:00 pm Almoço
  • 02:00 pm JEEP DRIVE (Duração: 3 horas e meia) (*)
  • 18:00 Programa cultural
  • 07:00 Jantar Churrasco ( com Opção para VEG)

OBSERVAÇÃO:

(*) No safari na selva, você será acompanhado por nossos especialistas naturalistas que irão orientar sobre os procedimentos de segurança. Pedimos que respeite suas orientações em todos os momentos.

Se você deseja passear sozinho na floresta, um guia terá que acompanhá-lo para sua segurança.

DAY 10: 10 Fev 2018: CHITWAN NATIONAL PARK / KATHMANDU / 165km / 5-6 HRS (B)

Café da manhã incluso.

PROGRAMA:

  • 6:30 am Acordar
  • 7:00 am Avistar pássaros
  • 8:00 am Café da manhã
  • 9:00 am Partida para Katmandu
  • Pernoite em KATHMANDU no Apsara Boutique Hotel

DAY 11: 11 Fev 2018: VÔO PARA PARO & TRANSFER PARA THIMPU (2300m) / 2 HRS (B+D)

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Pensão completa inclusa. O voo da Druk Air para Paro é um dos mais espetaculares de todos os voos da montanha. Voaremos ao longo da cadeia do Himalaya. Na chegada ao aeroporto, o grupo será recebido pelo nosso representante para iniciarmos o transfer para Thimphu, a capital do Butão.

Conhecer o Butão, O PAÍS DA FELICIDADE é literalmente mergulhar num outro universo que parece ter parado (ou avançado) no tempo. Assim que você pousar no aeroporto de Paro, você vai entender. O país conhecido como Druk Yul (Terra do Dragão, na língua local Dzonga) é comumente descrito como a última Shangrilá.

VISITAREMOS:

1. TRACHICHOE DZHONG (FORTALEZA DA RELIGIÃO GLORIOSA). Este é o centro do governo e da religião do Butão, local da sala do trono do monarca e sede do Je Khenpo ou Chefe Abade. Construído em 1641 pelo unificador político e religioso do Butão, Shabdrung Ngawang Namgyal, foi reconstruído em 1960 da forma tradicional do Butão, sem pregos ou projetos arquitetônicos.

TrachichoeFoto: Trachichoe Dzhong

2.BUDHA PARK – Kuensel Phodrang, o maior Buda sentado do mundo. A enorme estátua de 50m de altura em aço de Buda Dordenma que observa a entrada para o vale Thimphu.

DAY 12: 12 Fev 2018: TOUR GUIADO EM THIMPU (B+L+D)

Pensão completa inclusa. Thimphu é relativamente pequeno, com uma população de aproximadamente 45.000 pessoas, com ruas largas e arborizadas. Visitaremos o Memorial Chorten do Late King, a Biblioteca Nacional, o Nunnery Drubthob, o Museu do Patrimônio Folclórico, a fábrica de papel artesanal, a escola de artes e ofícios onde jovens estudantes aprendem as artes e ofícios tradicionais (Zo Rig Chusum – treze ofícios ), trabalhos em ouro, o workshop Silver Smiths, Zangtopelri Lhakhang, o Handicraft Emporium e os centros locais de artesanato para ver as tecelãs trabalhando e também as variedades têxteis, pinturas thangkha, máscaras, jóias etc.

DAY 13: 13 Fev 2018: TRANSFER THIMPU / PUNAKHA 75 KM / 3HRS (B+L+D)

Pensão completa inclusa. Após o café da manhã, viajaremos para Punakha, no trajeto faremos uma breve parada no Dochula (3.080m) para admirar o local, as bandeiras de oração que decoram o ponto mais alto da estrada. Se o céu estiver claro e aberto, os seguintes picos podem ser vistos a partir deste local(da esquerda para a direita): Masagang (7,158m), Tsendagang (6,960 m), Terigang (7,060m), Jejegangphugang (7,158m), Kangphugang (7,170m), Zongphugang (7,060m), uma montanha de mesa que domina a região isolada de Lunana – finalmente Gangkar puensum, o pico mais alto no Butão (7.497m).

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.08.57        Foto: Dochula

No caminho para Punakha, visitaremos Chimi Lhakhang. Amplamente conhecido, a maioria das pessoas que o visitam, fazem isso para orar pela fertilidade, ou pedir proteção para crianças.

Mais tarde, visitaremos o PUNAKHA DZONG, “PALÁCIO DA GRANDE FELICIDADE”, construído estrategicamente na junção dos rios Pho Chhu e Mo Chhu em 1637 por Shabdrung Ngawang Namgyal para servir como centro religioso e administrativo da região, Punakha Dzong desempenhou um papel importante na história do Butão.

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.10.25        Foto: Punakha Dzong, “Palácio da Grande Felicidade”

DAY 14: 14 Fev 2018: PUNAKHA / PARO 125 KM, HRS (B+L+D)

Pensão completa inclusa. Após o café da manhã, viaje para Paro, na rota, visite Simtokha Dzong, a mais antiga fortaleza do Reino construída em 1627, agora abriga a Escola para estudos religiosos.

A tarde visitaremos TA DZONG, o MUSEU NACIONAL DO REINO. Originalmente construído como Torre de Vigia desde 1967, serve como Museu Nacional do país e possui coleção fascinante de arte, artefatos, pinturas de thangkha e os selos postais requintados de Butão.

Depois, caminharemos para visitar RINPUNG DZONG. Construído em 1646 por Shabdrung Ngawang Namgyal, primeiro governante espiritual e temporal do Butão, o Dzong abriga o corpo monástico de Paro, o escritório do Dzongda (chefe administrativo do distrito) e Thrimpon (juiz) do distrito de Paro.

Pernoite no hotel em Paro.

DAY 15: 15 Fev 2018: CAMINHADA PARA TAKTSANG MONSTERY (TIGER’S NEST) & VISITAS EM PARO (B+L+D)

Pensão completa inclusa. Após o café da manhã, iremos para o norte do vale de Paro até as ruínas de DRUKGYEL DOZNG. A partir desse forte, os bhutaneses repeliram várias invasões dos exércitos tibetanos. Perto da visita, a tradicional casa de fazenda bhutanesa, que oferece uma boa visão do estilo de vida das pessoas locais.

O espetacular TAKTSANG — TIGER’S NEST / NINHO DO TIGRE — é o símbolo de Bhutan, um mosteiro budista encravado na face de uma montanha de pedra muito íngreme. Já foi destruído por terremoto e incêndio; a reconstrução é uma prova indiscutível da tenacidade e força dos seus seguidores. Originalmente, o TIGER NEST uma caverna de meditação do Guru Padmasambhava, que aqui chegou, segundo a lenda, voando nas costas de uma tigresa, o mosteiro foi construído em 1692. A excursão ao mosteiro leva cerca de 5 horas para a ida e volta.

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.11.28Foto: Andrea Ribeiro- Coordenadora da viagem a caminho do TAKTSANG — TIGER’S NEST

Ao retornar à visita da cidade de Paro, visitaremos KYICHU LHAKHANG, um dos santuários mais antigos e sagrados de o Reino.

DAY 16: 16 Fev 2018: VÔO PARO-KATHMANDU (B)

Café da manhã incluso.

Após o café da manhã cedo no hotel, dirija-se ao aeroporto para conectar o vôo para o destino para Katmandu.

DAY 17: 17 Fev 2018: DIA LIVRE KATHMANDU

DAY 18: 18 Fev 2018: KATHMANDU DEPARTURE (Vôo)

Transfer para o aeroporto de acordo com sua programação internacional de vôos.

FIM DOS NOSSOS SERVIÇOS

OS CUSTOS INCLUEM:

Kathmandu and Pokhara:

• Passagem aérea Kathmandu – Pokhara

• Todas as transferências para o aeroporto

• Acomodação do hotel – em quarto duplo compartilhado, com café da manhã

• Recepção na chegada ao aeroporto

• Todos os passeios, com veículo privado, com ar condicionado, conforme o programa acima

• Guia de língua espanhola, no trecho do Nepal (KTM-Pokhara-Chitwan-KTM)

• Todas as taxas de entrada de acordo com o itinerário

Imposto de governo

Chitwan National Park part:

• Acomodação do hotel – em quarto duplo compartilhado

• Refeições (café da manhã, almoço e jantar)

• Atividades na Floresta (como por programa) escoltado por guia de língua inglesa.(*)

• Entrada do Parque Nacional e taxas de Conservação da Natureza

• VAT e taxa de serviço de turismo.

• Guia local de Safari

Bhutan:

• Acomodação do hotel – em quarto duplo compartilhado

• Todas as transferências e passeios aplicáveis, conforme mencionado no itinerário

• Todas as taxas de entrada de turismo, taxas de permissão e royalties conforme o itinerário

• Todas as refeições (café da manhã, almoço e jantar)

• Guia local de língua inglesa

• Passagem aérea Kathmandu-Paro-Katmandu

• Visto do Butão

ALIMENTAÇÃO:

• Durante os dias no Butão, toda a alimentação está inclusa e serão feitas nos próprios hotéis ou restaurantes de acordo com a programação diária.

• Em Kathmandu e Pokhara, apenas o café da manhã está incluso.

GUIAS:

Guia nepalês falando espanhol e guia butanês falando inglês. Ambos com ampla experiência na região.

O CUSTO NÃO INCLUI:

• Passagem áerea Brasil – Kathmandu -Brasil

• Custo para o uso extra do veículo, diferente do programado e mencionado no itinerário.

• Custo para qualquer outro serviço não mencionado na item “custos incluídos”

• Custos adicionais decorrentes de percalços, agitação política, calamidades naturais como: deslizamentos de terra, bloqueio de estradas, etc. Nesse caso, o hóspede terá que pagar diretamente no local.

• Pagamento pelo serviço prestado em solicitações pessoais.

• Despesas pessoais, como lavanderia, água engarrafada, bebidas, incidentes, taxas de porteiro, gorjeta, etc.

• Almoço e jantar em Katmandu e Pokhara.

• Seguro viagem.

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OBS: Os valores para o mínimo de 8 (oito) pessoas pagantes. O grupo deverá ter 8 pessoas confirmadas, até 28/11/2017, caso contrário, os valores acima serão recalculados

 IMPORTANTE:

  • Passaporte deverá ter validade mínima de 6 meses além do término da viagem.

 

VISTOS:

  • Não é necessário obter visto para o Nepal aqui no Brasil. Ele é tirado na chegada ao Nepal no aeroporto de Kathmandu. Tem validade de 30 dias e custa US$ 40. Recomendamos ter essa quantia exata na chegada ao aeroporto, assim como uma foto 3X4.
  • No caso do Butão, o visto é obrigatório e será requerido diretamente pela Indo Ásia Tours.

VACINAS:

  • Para os destinos deste roteiro, é necessário o Comprovante Internacional de Vacinação de Febre Amarela (cartão na cor amarela). Sugerimos grampeá-lo no passaporte.
  • Para a vacinação, em São Paulo favor procurar o Hospital das Clínicas, já que eles fornecem o Certificado Internacional na hora. Endereço: Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 – Centro de Imunização – Medicina do Viajante. Antes de ir ao Hospital, sugerimos fazer o cadastro na Anvisa: http://www.anvisa.gov.br/viajante

 

 O QUE LEVAR

• Roupas leves e confortáveis (shorts e tops de singlet não são apropriados)

• Levar uma canga ou algo similar, para ser usada nos templos

• Calças de moletom (abrigo) ou tactel

• Um agasalho de “fleece”

• Um par de tênis para caminhada

• 01 par de Luvas (para quem sente mais frio)

• Chapéu ou boné, o sol pode ser forte no Nepal e no Butão

• Filtro solar para rosto e lábios

• Hidratante para evitar o ressecamento da pele

• Álcool em gel e/ou lenços umedecidos para higiene

• Medicamentos particulares e materiais de higiene pessoal

• Mochila pequena para usar nos passeios

Lanterna de cabeça

COORDENADORA DA VIAGEM: 

Cel: 0551194114.2002    email: andrea@indoasiatours.com.br

Andrea logo indoasia15[1]

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Curiosidades e Dicas sobre o Nepal

O Nepal é um pequeno país asiático, do tamanho do estado do Ceará (Brasil), que fica entre o Tibeth (China) e a Índia. Sua capital é Katmandu.

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Como chegar no Nepal

Não existem vôos diretos saindo do Brasil. As principais cias aéreas que voam do Brasil para o Nepal são a Turkish Airlines e a Qatar Airways, sendo necessário fazer escalas no caminho.

Idioma:

O idioma é o nepales e muitos conseguem falar  o inglês, daquele jeito.

Melhor época para ir 

De fevereiro a abril é  primavera, a segunda melhor época do ano, principalmente para fazer trekking. A poeira pode atrapalhar um pouco na visibilidade das montanhas.

De maio a junho é o período mais quente do Nepal (verão),  com temperaturas altas. 

De junho a setembro as monções (chuvas) castigam o país. Não escolha essa data para viajar

De outubro a dezembro é outono do Nepal e a melhor época para conhecer o país e fazer trekking, já que as chuvas do período anterior fizeram toda poluição e poeira baixar.

Entre dezembro e fevereiro é o inverno do Nepal. Os céus estão mais limpos, mas as temperaturas podem ficar negativas.

Transporte

As estradas no Nepal são ruins, esburacadas e muitas não são asfaltadas.  O transporte público um caos, mas felizmente existem carros e ônibus exclusivos para turistas. Tuk Tuks e taxis existem aos montes pela cidades grandes, pergunte antes o preço e barganhe.

Moeda

A moeda local é a rupia nepalesa.  

A moeda brasileira não é trocada nas casas de câmbio do país. Os ATMs são achados, com mais facilidade, em Kathmandu e Pokhara. Os cartões de créditos são aceitos em boa parte das lojas, principalmente de trekking e  restaurantes.

Regime político

O Nepal foi uma monarquia absolutista até 2008, ano em que o país aderiu ao sistema republicano.

A população

O Nepal é um país pobre, com aproximadamente 30 milhões de habitantes.  Noventa por cento da população, trabalha na agricultura e os índices de analfabetismo beiram os 80%.

O país tem vários grupos étnicos, tais como o Magar, o Newa, o Sherpa ou o Tamang entre outros, como o Nepali, o mais importante e numeroso.

Conhecido no mundo todo como sherpas (ou xerpas), os membros dessa etnia são famosos por ganhar a vida como carregadores de bagagens de alpinistas. Um sherpa foi o 2º homem a escalar o Everest.

Monte Everest, também conhecido no Nepal como Sagarmāthā e no Tibete comoChomolungma, é a montanha de maior altitude da terra. Seu pico está a 8.848 metros acima do nivel do mar.  O monte está localizado na cordilheira Mahalangur Himal, no Nepal.

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 Religião

A religião hindu é a mais numerosa, com quase 80%, depois vem os budistas e os muçulmanos.

Buda

Sidarta Gautama, o Buda, nasceu em Lumbini, no território do atual Nepal.

 Iaque

O tipo de bovino mais comum nas montanhas altas do Himalaia e em boa parte da Ásia é o iaque. Os habitantes do Nepal utilizam quase tudo nesse animal, inclusive os longos pêlos, que os protegem do frio. O iaque é ainda com frequência usado como animal de carga.

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Segurança no Nepal

O Nepal é um país seguro, mas como em qualquer lugar do mundo golpes podem acontecer,  como a venda de pedras preciosas na rua ou crianças vendendo leite. 

Visto

O visto de turista é obtido na chegada a Kathmandu e custa 25 dólares para 15 dias, 40 dólares para 30 dias e 100 dólares para 90 dias. Os valores devem ser pagos em dólares – cartões de crédito e outras moedas não são aceitos.  Leve uma foto 3×4 que será entregue ao departamento de imigração.

Vacina

O Nepal também exige o certificado internacional de vacina contra febre amarela.

Comida:

Apimentada, a culinária local praticamente se resume a arroz, sopa de lentilhas ecurry de vegetais mas o turista em Kathmandu tem opções de restaurantes que servem pizza, cardápios árabes e é possível comer o que há e melhor e mais diferente da culinária nacional. Há muitos restaurantes que oferecem rodízio de comidas típicas de países vizinhos, como comida tibetana, indiana e butanesa.

Dicas:

Pizzaria Fire and Ice – Uma pizzaria moderna que serve uma pizza muito boa. Ótimo atendimento. Tem outras opções e um gostinho italiano em cada prato. As referências quanto a higiene são muito boas. Delícia de lugar. Tenha paciência pois costuma lotar. Vale a pena

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OR2K:  Restaurante: Um lugar com boa comida a preços convidativos. Experimentem o Homus, falavel e o pão Nan. Tem Wi-Fi e tomadas para carregar celulares. Lugares disponíveis somente para sentar no chão, em almofadas, mas vale a pena.

Atenção: Não coma na rua, não tome água da torneira e sempre verifique o lacre das garrafas.

Bebidas

As cervejas Everest e Gorkha são umas das mais baratas e leves que têm no mercado local. O chang, uma cerveja tibetana chamada de” néctar dos deuses,” também é muito famosa. Em Kathmandu existe variedade de bebidas destiladas, tais como Vodka, Whisky e outras bebidas conhecidas em pequenos mercados ou lojas de conveniência.

Bandeira do Nepal é a única bandeira nacional que não apresenta o formato de retângulo ou quadrado.

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Significado da Bandeira:

Os dois triângulos representam a Cordilheira do Himalaia e as duas principais religiões do país: o hinduísmo e o budismo. A lua representa a Casa Real, enquanto o sol simboliza um ramo da Dinastia Rana, dinastia que dirigia o país desde antigamente até 1961. A cor vermelha da bandeira é relacionada à cor do rododendro, planta muito encontrada na região do Himalaia e um dos símbolos do país (o vermelho também é sinal de vitória em guerra), enquanto oazul representa a paz.Também se diz que o sol e a lua representam o desejo de que o Nepal dure tanto quanto estes corpos celestes. Estes símbolos tinham caras até a reforma da bandeira em 1962, quando foram retiradas para modernizá-la.

 

As incríveis culturas do oriente – Índia, Nepal e Butão – Setembro 2017

15 Dias / 14 Noites

Agra / Jaipur / Delhi (INDIA)
Kathmandu / Patan / Bhaktapur (NEPAL)
Thimphu / Punakha / Paro (BUTÃO)

Índia, a mais rica e antiga civilização do mundo, Nepal, a jóia rara dos Himalaias, e Butão, o país da felicidade. Este é nosso convite!

A Índia é um mundo à parte e um país ímpar e cheio de surpresas. O segredo é aceitar a Índia como ela é e deixar-se levar por suas cores, aromas, sabores, pessoas e culturas. Assim sendo, a Índia nos acolhe, encanta, emociona e nos faz querer voltar mais e mais vezes. A Índia é o país com a mais longa e contínua tradição espiritual do mundo. Como a imortalidade da alma, a força vital que emana da Índia é fluída, perene e acessível. Repleta de tesouros espirituais, a Índia hoje também é capaz de provar seu valor e coragem num mundo cada vez mais globalizado. O Nepal e o Butão são dois pequenos países incrustados entre a China e a Índia na espetacular Cordilheira dos Himalaias. O Nepal é conhecido mundialmente pela incrível variedade de ecossistemas e milhares de vilarejos históricos com diferentes grupos étnicos. Os nepaleses são muito simpáticos e altamente receptivos aos turistas. É por isto que o Nepal oferece oportunidades incríveis de passeios culturais e de aventura. O Butão é mais conhecido por sua Cultura da Felicidade. O analfabetismo praticamente inexiste e toda a população tem acesso à saúde, não importa onde viva, desde povoados remotos em montanhas de mais de 4.000m de altura às cidades, como a capital Thimphu. A beleza natural das florestas, montanhas e rios, totalmente livres de qualquer poluição, são emolduradas por monastérios e templos onde religião e cultura se entrelaçam. O budismo tibetano é a principal religião do Butão e, ao longo dos passeios, sempre veremos rodas e bandeirolas de oração budista encantando e espalhando as preces individuais e coletivas por todos os lados. Toda a viagem será acompanhada pela guia brasileira da Indo Asia Tours.

Consulta

20/09 – Chegada em DELHI
Chegada em Delhi e traslado ao hotel para check in a partir das 12h. A vibrante Delhi é uma das cidades mais antigas do mundo. Na realidade, ela é formada pela junção de oito cidades, construídas ao longo de vários séculos por diferentes imperadores. Em 1.000 anos de história, Delhi absorveu vários aspectos de inúmeras culturas, locais e estrangeiras e diversas religiões, resultando em uma cidade de uma identidade única. A tarde, visitaremos o incrível Templo Lotus, da Fé Bah’ai, construído em 1986. O templo ganhou inúmeros prêmios de arquitetura e serve como um templo-mãe no subcontinente indiano.
Pernoite no Hotel Shangri-La. Alimentação não inclusa.

21/09 – DELHI
Após o café da manhã, visitaremos o Templo Laxmi Narayan, também chamado de Birla Mandir, onde teremos a chance de aprender sobre as várias divindades hindus. Em seguida iremos para a Velha Delhi aonde faremos um passeio de rickshaw para desvendar os segredos da vida e do mercado local. Por volta do almoço, visitaremos o Templo Bangla Sahib Gurudwara, maior templo sikh de Delhi. Parte da visita será destinada a conhecermos a cozinha, que oferece diariamente 10.000 refeições gratuitas para pessoas de qualquer religião ou casta. No período da tarde, conheceremos o Museu de Gandhi, que conta toda a história do mais ilustre líder da história da Índia moderna.
Pernoite no Hotel Shangri-La. Café da manhã incluso.

22/09 – DELHI / AGRA
Após o café da manhã, sairemos por via terrestre para Agra (aproximadamente 4 horas). Chegada e acomodação no hotel. Restante do dia livre para aproveitar a piscina, spa ou ainda fazer compras.
Pernoite no Hotel Radisson Blu. Café da manhã incluso.

23/09 – AGRA
Apos o café da manhã, visitarmos o majestoso Taj Mahal. O monumento mais conhecido da Índia foi construído todo em mármore branco e entalhado à mão com pedras semipreciosas entre 1630 e 1652, por aproximadamente 20 mil homens trazidos de várias cidades do Oriente. O imperador Shah Jahan mandou construir o Taj Mahal em memória à sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal (“A joia do palácio”) e que morreu ao dar à luz ao 14º filho. Em seguida, visitaremos o Forte de Agra, mistura de forte e palácio, que foi construído e embelezado por vários imperadores e nos dá uma visão do esplendor das cortes reais da Índia. O Forte de Agra é o mais importante forte na Índia, onde grandes imperadores mongóis viveram e governaram o país.
Pernoite no Hotel Radisson Blu. Café da manhã incluso.

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Taj Mahal

24/09 – AGRA / JAIPUR
Após o café da manhã, sairemos por via terrestre para Jaipur (aproximadamente 4 a 5 horas de viagem). Jaipur é a primeira cidade planejada da Índia e está localizada nas terras semidesérticas do estado do Rajastão. Chegada em Jaipur no período da tarde e acomodação no hotel. Restante do dia livre.
Pernoite no Hotel Jai Mahal. Café da manhã incluso.

25/09 – JAIPUR
Após o café da manhã, visitaremos o Forte Amber, a 15 quilômetros de Jaipur. No caminho paramos para fotografar o impressionante Hawa Mahal ou Palácio dos Ventos, cartão postal da cidade. Já em Amber, subiremos em elefantes até o alto da colina, onde se situa o forte. À tarde, passeio por Jaipur, conhecida como a “cidade rosa” e desenhada e construída pelo Marajá Jai Singh em 1727. O passeio inclui o observatório astronômico Jantar Mantar e o City Palace, antiga residência real dos marajás e agora transformado em museu. No fim do dia, se o tempo permitir, faremos um passeio a pé pela cidade velha e seus bazares.
Pernoite no Hotel Jai Mahal. Café da manhã incluso.

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Fort Amber

26/09 – JAIPUR / KATHMANDU
Após o café da manhã, traslado ao aeroporto de Jaipur para embarque com destino a Kathmandu, Nepal (via Delhi). Chegada em Kathmandu, recepção e traslado ao hotel. À tarde, iremos ao pitoresco bairro de Thamel.
Pernoite no Hotel Yak & Yeti. Café da manhã incluso.

27/09 – KATHMANDU
Após o café da manhã, visitaremos Boudhanath, a maior estupa budista do Nepal. Em seguida iremos para a cidade histórica de Bhaktapur, que era um reino independente até a unificação do Nepal em 1768. Das cidades do vale de Kathmandu, Bhaktapur é a mais medieval. Explorar suas estreitas ruelas e a sua Durbar Square é uma experiência inesquecível.
Pernoite no Hotel Yak & Yeti. Café da manhã incluso.

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Bhaktapur – Nepal

28/09 – KATHMANDU / PARO / THIMPHU
Após o café da manhã, traslado ao aeroporto de Kathmandu para embarque com destino a Paro, no Butão (aproximadamente 1h de voo). As companhias aéreas que voam de Kathmandu para o Butão, a Druk Air e a Bhutan Airlines, fazem um dos voos mais espetaculares do globo. Em dia de boa visibilidade, pode-se ver o Monte Everest (8.848 m), assim como outras incríveis montanhas da Cordilheira dos Himalaias. Chegada ao aeroporto de Paro, recepção pelo representante local e traslado à capital do Butão, Thimphu (52 km). Chegada e acomodação no hotel. Restante do dia livre para aclimatação e descanso.
Pernoite no Hotel Khang Residency. Pensão completa inclusa.

29/09 – THIMPHU
Após o café da manhã, visita as mais importantes atrações de Thimphu: Tashichhodzong, forte e monastério medieval onde ficam os escritórios do Governo do Butão e o Trono do Rei; o Memorial Chorten, estupa construída para o terceiro rei do Butão, Jigme Dorji Wangchuck, conhecido como o pai do Butão moderno; a reserva animal Motithang Takin Preserve, onde conheceremos um animal típico dos Himalaias, o takin e ainda a magnifica estátua de Buda (Buddha Dordenma), esculpida em bronze, e que está localizada no alto de uma colina, de onde se avista toda a cidade de Thimphu. Retorno ao hotel em Thimphu para jantar e pernoite.
Pernoite no Hotel Khang Residency. Pensão completa inclusa.

30/09 – THIMPHU / PUNAKHA
Após o café da manhã, saída para Punakha por via terrestre (aproximadamente 3 horas de viagem), com uma curta parada no impressionante desfiladeiro de Dochula Pass (3.080m), de onde se admira a vista das montanhas nos Himalaias, assim como as estupas e as bandeiras de oração budista, que decoram o ponto mais alto da estrada. Se o céu estiver claro, poderemos ver vários picos, tais como: Masagang (7.158m), Tsendagang (6.960m), Terigang (7.060m), Jejegangphugang (7.158 m), Kangphugang (7.170 m), Zongphugang (7.060 m) e finalmente Gangkarpuensum, a montanha mais alta do Butão com 7.497m. Após o almoço, dependendo do horário que chegarmos à cidade, visitaremos a Punakha Dzong, típica fortaleza do Butão construída estrategicamente no encontro dos rios Pho Chhu e Mo Chhu em 1637 para servir de centro religioso e administrativo da região. Caso este passeio não seja realizado neste dia, teremos a tarde livre e visita à Punakha Dzong na manhã seguinte. No final do dia, acomodação no hotel em Punakha.
Pernoite no Hotel Zhingkham. Pensão completa inclusa.

01/10 – PUNAKHA / PARO
Após o café da manhã, viagem a Paro por via terrestre (aproximadamente 4 horas de viagem). Após o almoço, conheceremos o Kyichu Lhakhang, um dos mais antigos e mais sagrados templos do Butão. No final do dia, tempo livre para compras em Paro.
Pernoite no Hotel Tashi Namgay Resort. Pensão completa inclusa.

02/10 – PARO
Após o café da manhã, o ponto alto da viagem ao Butão (em todos os sentidos) será a caminhada até o Taktsang Monastery, o mais famoso monastério do país construído em 1692, também conhecido como “Tiger’s Nest” – Ninho do Tigre, onde o venerado monge budista Guru Rinpoche teria chegado às costas de um tigre e meditado. A caminhada completa leva aproximadamente 5h, com vistas maravilhosas na subida e descida.
Pernoite no Hotel Tashi Namgay Resort. Pensão completa inclusa.

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Taktsang – Tiger Nest. O nome Taktsang (stag tshang) significa o ninho do tigre

03/10 – PARO / KATHMANDU
Após o café da manhã, traslado ao aeroporto de Paro para voo de retorno a Kathmandu. Chegada e traslado ao hotel. Após o almoço, seguiremos para Patan, uma das mais famosas cidades do Vale de Kathmandu. Muito conhecida por seus templos hinduístas e budistas, pelo antigo palácio, além da arte e artesanato do povo Newari. No final do dia, retorno a Kathmandu.
Pernoite no Hotel Yak & Yeti. Café da manhã incluso.

04/10 – KATHMANDU / BRASIL
Após o café da manhã e check out do hotel às 12h, teremos o dia livre para as últimas compras e passeios pela cidade. Em horário apropriado, traslado para o aeroporto de Kathmandu para embarque no voo com destino ao Brasil.
Sem pernoite em hotel. Café da manhã incluso.

FIM DE NOSSOS SERVIÇOS

A programação acima poderá sofrer modificações devido a fatores climáticos, de acesso ou que possam interferir na segurança dos participantes.

LISTA DE HOTÉIS ÍNDIA:

Data:

Cidade:

Hotel:

20-22 SET Agra Shangri-La ou similar
22-24 SET Jaipur Radisson Blu ou similar
24-26 SET Delhi Jai Mahal ou similar


LISTA DE HOTÉIS NEPAL e BUTÃO:

Data:

Cidade:

Hotel:

26-28 SET – 03-04 OUT Kathmandu Yak & Yeti Hotel ou similar
28-30 SET Thimphu Khang Residency ou similar
30 SET – 01 OUT Punakha Zhingkham Resort ou similar
01-03 OUT Paro Tashi Namgay Resort ou similar

O QUE ESTÁ INCLUSO
– 14 noites nos hotéis especificados ou similares, em apartamento duplo com café da manhã;
– Pensão completa durante os 5 dias no Butão;
– Parte aérea – Jaipur / Kathmandu / Paro / Kathmandu;
– Acompanhamento da anfitriã brasileira Cristiane Cury e sua equipe (a partir de Delhi);

– Guia local durante toda a viagem, falando espanhol (Índia e Nepal) e inglês (Butão) com tradução simultânea ao português;
– Traslados em todos os aeroportos em serviços privativos;
– Traslados terrestres em serviços privativos, em carro ou ônibus com ar condicionado;
– Todas as entradas dos monumentos visitados durante o roteiro;
– Visto para entrada no Butão;
– Taxas governamentais para estadia no Butão.

O QUE NÃO ESTÁ INCLUSO
– Parte aérea – Brasil / Delhi – Kathmandu / Brasil
– Seguro viagem;
– Visto e vacina para a Índia e Nepal (a documentação necessária deve ser providenciada diretamente pelo passageiro);
– Passeios além dos citados neste programa, tratamentos e massagens;
– Gastos pessoais como telefonemas, lavanderia, bebidas e gorjetas;
– Qualquer outro item não mencionado como incluso.

Desvendando a Índia – parte 1

Ladakh e Leh

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Quem vive no Ocidente pode ter um preconceito quanto a realizar uma viagem à Índia mas que ousa, quem se permite, com  certeza vai se surpreender.

Uma das civilizações mais antigas do nosso planeta, a Índia é um país de contrastes. A diversidade de línguas, hábitos e modo de vida não impedem que haja uma grande unidade na cultura do país.

Muita coisa causa estranheza à nós do ocidente, pois são muitos Deuses, símbolos e muitos rituais. A maioria é relativo ao Hinduísmo, que ainda é a religião com mais seguidores na Índia, seguido pelo Islamismo e o Budismo. O Hinduísmo é tão antigo quanto a civilização da Índia, tanto que a palavra “hindu”é erroneamente usada para dizer “indiano” e toda a simbologia é vista pelos outros países como se representasse a própria Índia.

A Índia é a terra onde nasceu Buda e onde o Budismo começou. Abaixo você pode ver um video sobre Ladakh, (Little Tibet) que fica no Norte da Índia. É a Índia que a maioria dos ocidentais não conhece…

Ladakh é conhecida como a terra dos monges e mosteiros e com razão. Spituk é um dos muitos mosteiros da região, que é famoso pela sua localização muito bem esculpida no topo de uma colina . Com montanhas próximas de ser muito mais alto, a localização não é exatamente um ponto de vantagem, mas a vista do mosteiro ainda é bastante surpreendente.Os ventos na noite, no entanto podem relaxar-lo para os ossos.

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Spituk Gompa vai te hipnotizar com a sua bela localização (Créditos de imagem: Koshy)

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Conheça nossos roteiros no site www.indoasiatours.com.br  ou contate: Andrea Ribeiro 011 94114.2002  email: andrea@indoasiatours.com.br

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“Os olhos são o espelho da alma”

Devo agradecimentos a duas pessoas muito queridas que me convidaram para uma viagem à Ásia, continente conhecido pelos templos e pela espiritualidade.

Meu marido, na época namorado, me convidou para conhecer o Nepal e depois a Tailândia e outros recantos que me encantaram pela divergência de valores e pela profundidade de suas crenças.

Durante minha visita a um templo de Catmandu – Nepal, me lembro de ter ficado surpresa ao ver posições do Kamasutra no teto do local, o que me levou a perguntar ao guia: “Aqui é permitido pinturas sexuais num templo”? Ele me respondeu sorrindo: “Por que não seria, a sexualidade é divina”.

Foi uma viagem interna intensa e um entendimento profundo do tamanho da repressão de nossa sexualidade imposta pelas crenças da comunidade judaico-cristã no ocidente.

Bem mais tarde em 2013, fiz uma viagem à Índia, à convite da minha filha Andrea, visitando várias cidades do sul, além de Nova Delhi e Agra.

A palavra Índia significa “rio”, do Vale do Rio Hindu, antiga civilização de rotas comerciais históricas e de vastos impérios.

O nome Índia já me emocionava por se tratar de descobrir uma cultura estrangeira que iria me revelar aquilo que eu tanto buscava, um sentido para nossa existência humana.

Absorver uma espiritualidade que me aplacasse e que desse sentido a tudo o que eu vinha experienciando nesta curta passagem.

A cultura Indiana está marcada por um alto grau de sincretismo e pluralismo; os indianos tem conseguido conservar suas tradições e, ao mesmo tempo, que absorvem novos costumes, tradições e idéias de invasores e imigrantes, estendem sua influencia a todos aqueles que a conhecem.

Apenas por curiosidade, nosso índio é que vem da Índia, quando Colombo chegou às Américas, pensava que tinha atingido a Índia e a partir daí nomeou os seus habitantes.

Minha impressão inicial foi de um choque cultural tão grande, que me paralisou, me deixando sem palavras, meio atônita. Muito cheiro, muito barulho, muita cor e os olhos das pessoas, ah! os olhos de um brilho tão intenso e com tanta vida e amorosidade, que fiquei fascinada. Depois de integrar e trabalhar a inundação de diferentes e fortes emoções, posso dizer que o que mais gostei na Índia foi o contato ocular com as pessoas.

Como atualmente aqui no ocidente as pessoas geralmente apresentam muita dificuldade em olhar e se deixar olhar pelo outro, a intensidade do olhar, principalmente das crianças, por sua curiosidade e espontaneidade, me emocionaram e me tocaram de tal forma que me fizeram questionar porque temos tanto medo de olhar e ser olhado.

Presos à tecnologia, à imagem, ao cinema, à TV, ao celular e outros artefatos midiáticos, ficamos passivos e ameaçados à entrar numa viagem de estar 100% em contato com o outro. Temos medo do outro ou de ver como o outro nos vê? Temos medo de sermos tocados pelo outro? Digo tocados emocionalmente, e de ficarmos expostos aos nossos sentimentos que levamos um grande tempo para aprender a esconder, dos outros e de nós mesmos.

Concluindo, viajar para a Índia permitiu me conhecer mais e melhor, através dos olhares trocados, outra grande aprendizagem foi a aceitação de nossa condição de humanidade. Somos apenas “humano demasiado humano” (Friedrich Nietzsche, 1878).

Eulina Ribeiro (viajou pela Indo Asia Tours  em 2013)

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Preparando a viagem para a Índia

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Ebaaaaa, vou para Índia e aí?

Se é sua primeira vez, vamos dar dicas que consideramos importantes para que sua estadia seja confortável e que a Índia te traga somente boas lembranças.

Na página Dicas e Curiosidades do blog: https://vouparaasia.wordpress.com você tem informações importantes sobre visto para Índia.

A Índia é um dos países mais fascinantes do mundo. Com mais de um bilhão de habitantes, dezenas de religiões e milhares de deuses, é um lugar de magia, espiritualidade, riqueza e pobreza, que se misturam em suas vielas, templos, monumentos e rios sagrados. Por isso, tornou-se um dos destinos turísticos mais procurados do mundo.

Se você é uma pessoa interessada em questões espirituais, a Índia é um destino certo. Cada região que você visita, proporciona uma viagem diferente.

O importante é relaxar: a Índia precisa ser descoberta e compreendida. Circulando pelo país, estaremos percorrendo uma nação cujas origens são pouco conhecidas da maioria dos ocidentais.

 E em relação a água e a alimentação?

Recomenda-se beber e até mesmo escovar os dentes usando apenas água engarrafada. Essa água é filtrada e tratada pelo processo de purificação com raios ultra-violeta. Não é preciso levar aquelas pastilhas de cloro para purificar essa água. No entanto, é desejável sempre constatar se as garrafas que adquirimos estão seladas com o selo do fabricante, já que, como no Brasil,  alguns comerciantes inescrupulosos chegam a rechear as garrafas com agua “torneiral” para revender como se fosse mineral.

A Indo Ásia Tours oferece durante toda a estadia, água mineral em seus carros, à vontade, para todos os nossos passageiros.

 Acostume seu estômago: as comidas muito temperadas e apimentadas podem causar um estrago! Prepare-se para esta viagem. Uso de Probióticos (tipo Yakult, Kefir ou coalhada) uma semana antes da viagem pode ser recomendado.

 É preciso fazer uma adaptação gradual à comida indiana, que é bem temperada e bastante diferente da nossa. Se você for alérgico ou sensível à pimenta, avise ao seu guia e traga alguns salgadinhos, barras de cereal ou biscoitos, para ter algo para mastigar enquanto vai se habituando aos poucos. Você terá  opções abundantes de frutas, frutas secas, vários tipos de pão, coalhada, arroz, chá e outras opções mais digestivas para os estômagos delicados.

Evite alimentar-se na rua: Busque restaurantes e atenção a apresentação do local. Locais cheios são uma boa dica, sinalizando produtos frescos, comida gostosa e bom preço!

Custo da alimentação: um bom jantar pode custar 5 dólares (fora dos centros urbanos ou turísticos, onde os preços aumentam). Geralmente, em lugares fora das rotas turísticas, e até mesmo em Rishikesh, custa bem menos do que isso.

Nos hotéis, a alimentação é de modo geral um pouco mais cara, mas é possível pedir em quase todos eles comida continental (ocidental), sem muito tempero.  Vale a pena ressaltar que pedir “No Chili” “No pepper”,  nunca é demais.

A Indo Ásia Tours preza pela segurança, comodidade e tranqüilidade de seus passageiros por isso trabalha com hotéis selecionados de 4 e 5 estrelas, cujo serviço de A&B oferece cardápio continental/internacional.

MOEDA

Rúpia indiana
A rupia indiana (INR) é a moeda da Índia. Ele também é aceito pelo Butão e Nepal. Usadas com freqüência notas de rúpias indianas estão nas denominações de 5 rúpias, 10 rúpias, 20 rúpias, 50 rúpias, 100 rúpias, 500 rúpias, 1000 rúpias.

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Use o conversor para saber o valor da rupia.

Na chegada, troque no banco do aeroporto ao redor de US$ 200. A melhor cotação se consegue em casas de câmbio que você verá espalhadas pelo centro das cidades. Evite trocar dinheiro nos hotéis. De modo geral, a cotação é bastante mais baixa que nas casas de câmbio.

Os cartões de crédito Visa, MasterCard ou American Express são facilmente aceitos nas grandes cidades, embora alguns locais mais pequenos possam cobrar uma sobretaxa. Só se deve trocar dinheiro em casas devidamente autorizadas, no aeroporto ou nos hotéis. Não troque dinheiro na rua.

Na Índia é comum conseguir uma cotação melhor pelo valor em dólar que você esta trocando, mas é sempre bom pedir uma quantia maior pelo o que eles vão te oferecer.

CUIDADO NÃO LEVE OU ACEITE NOTAS RASGADAS

Por que os indianos não aceitam notas rasgadas

Para não ter o trabalho de trocá-las por outras nos bancos. Ficar com notas rasgadas no bolso não é auspicioso, pois desagrada a mãe da prosperidade, Maha Laksmi.

Acontece muito do estrangeiro depois de comprar alguma coisa, acabar recebendo notas deste tipo, e quando ele vai pagar alguém, ninguém aceita as notas e se acaba perdendo o dinheiro .

O pior é que na Índia tem-se o hábito de grampear as notas de dinheiro. Ás vezes elas vêm do banco em maços grampeados e, se a pessoas não souberem desgrampeá-las com cuidado, fatalmente as rasgarão. Nesse caso você deverá trocá-las imediatamente, pois ninguém irá aceitá-las.

NOTAS DE DÓLARES

É conveniente lembrar de um detalhe importante para quem for levar dinheiro vivo em dólares americanos: é necessário levar as novas notas, que apresentam a cara do Benjamin Frankin em formato maior, chamadas popularmente “carão”.

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Cédula mais recente dos EUA, entrou em circulação em 2013

 As outras, serão muito mais difíceis de se trocar, pois muitas casas de câmbio desconfiam delas, por estar a Ásia inundada de notas falsas do formato anterior, a conhecida como “carinha”.

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Notas antigas de U$ 100 dölares

Portanto, quando forem trocar o dinheiro antes de sair de casa, verifiquem de não estarem levando as notas da “carinha”. Segue aqui embaixo uma imagem comparativa das duas versões do dinheiro do Tio Sam. O Euro continua bem cotado na Índia.

COSTUMES

Nos países asiáticos, devemos tomar muito cuidado com os costumes locais, para que nosso comportamento não seja inadequado diante da cultura local. Durante nossas viagens vamos encontrar muitas curiosidades, por isso não recomendamos viajar sem um conhecimento prévio.

A maioria da população segue o hinduísmo – 80%. Vacas, elefantes e macacos são sagrados. Entre no clima.

É preciso tirar os sapatos sempre que entrar num templo. Leve meias velhas, elas ficarão imundas. A Indo Ásia Tours oferece aos seus passageiros lencinhos de papel para limpeza dos pés a cada saída. Mas é sempre bom levar um gel de álcool para limpeza das mãos.

Não se detenha na pobreza,  aproveite a riqueza cultural.

Que tipo de roupa sugere-se levar?

 Para as mulheres, seria conveniente roupas que cobrissem os ombros e os tornozelos.  Isso não vai ser dificil, considerando que se você for durante o nosso verão, vai estar bastante frio por lá. Geralmente, as manhãs são muito frias, mas depois melhora ao longo do dia. No Rajastão, você pode vir a usar só short e camiseta à tarde. Depois que o sol se põe, a temperatura cai abruptamente. Cedo pela manhã, fica ainda bem frio.

 No sul da Índia o clima é bem mais ameno no período de dezembro a fevereiro, chegando a ficar agradavelmente quente em lugares como Chennai. De manhã, de modo geral, o ar fica bem frio e depois vai esquentando.

É divertido comprar e usar algumas roupas locais, como o kurta (tipo pijama) ou o sari para as meninas, e dhotis, lungis ou jotpuri suits para os meninos. Outra coisa bem prática é apenas usar um Xale (que vc pode comprar lá mesmo, na rua), jogado sobre os ombros quando estiver frio ou quando for visitar os templos.

Em relação ao item sapatos, recomendamos  três pares: 1) um par de sandálias havaianas para andar dentro do hotel , 2) um par de sapatos bem confortável e 3) um par de tênis fechados para os passeios e caminhadas.

As havaianas não são um bom calçado para andar na rua.

Algumas medidas, como a escolha do calçado adequado, podem nos poupar dissabores que, de outro modo, colocam em risco a experiência de desfrutar da viagem.

NÃO EXISTE A MALA PERFEITA, as pessoas têm necessidades diferentes. O mais importante é ser prático e viajar leve.

ELETRICIDADE

A voltagem na Índia é de 220 volts. Porém as tomadas são diferentes das nossas.  A maioria dos hotéis, normalmente, emprestam esses adaptadores caso você necessite mas, no caso de grupos, pode faltar na hora que se precisa.

É  prudente comprar um adaptador em alguma loja de quinquilharias.

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Tomada da Índia e Nepal

Regras de ouro para viajar pela Índia sem passar mal;

REGRA 1- Higiene: tenha sempre com você um álcool em gel para limpar as mãos, pois nem sempre os restaurantes oferecem sabonete.
REGRA 2- Jamais consuma água encanada: ela deve servir apenas para tomar banho (e nada de engolir a água no banho). Beba somente água mineral em garrafa lacrada e inclusive escove os dentes com ela.
REGRA 3- Durante sua estadia, opte por alimentos vegetarianos: a cultura indiana é vegetariana, logo existem centenas de opções de pratos vegetarianos para você experimentar. Isso eliminaria 100% de risco por contaminação da carne.
REGRA 4- Só consuma alimentos cozidos e fritos fora: alimentos cozidos e fritos terão suas bactérias eliminadas pela temperatura de preparação do prato. O que você não deve consumir em restaurantes: salada, sucos de fruta, frutas frescas e legumes frescos. Pois se eles forem lavados com a água encanada você vai se arrepender.
REGRA 5- Escolha os restaurantes de alto fluxo: não importa se o restaurante é caro ou barato, a melhor indicação para escolher um local confiável é o alto fluxo. Esse é um sinal de que o restaurante é apreciado pelos locais e de que as pessoas sempre voltam, além de garantir que os alimentos estão sempre frescos, devido ao alto fluxo de consumidores. E quem passou essa dica foi um local. A Indo Ásia Tours levará, durante os passeios os passageiros em  restaurantes confiáveis, com ótimo custo beneficio. 
REGRA 6- Esqueça o gelo: pois é bem provável que o gelo seja feito com água encanada . Então melhor não arriscar.

Comidas típicas pra você se esbaldar:

  • Samosa: é um tipo de pastel indiano frito, na maioria das vezes com recheio vegetariano e picante. Como ele é frito em altas temperaturas você pode consumir Mas se certifique que o recheio é vegetariano.
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Samosa de vegetais
  • Pães indianos: chapati, naan, paratha, poori, papadum, dosa (que está mais para um crepe), eles são todos deliciosos, geralmente são servidos quentinhos e fazem parte da rotina dos Indianos. Toda refeição vem sempre acompanhada de um pão que é lambuzado nos molhos e nos curries. Você vai adorar.
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Naan (pão)

No mais, viva intensamente e , com certeza, você vai voltar com a bagagem cheia de belas histórias para contar.

O que fazer em Kerala – Índia

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Kerala, conhecida como a terra de encanto é um destino que não se deve perder na vida e um dos mais  populares da Índia.

Bem vindos ao Kerala, um  estado indiano completamente atípico. O ritmo calmo da região, sua natureza exuberante e quieta, a lentidão dos rios e barcos que seguem seu caminho sem pressa somados com um povo tranqüilo e sorridente, fazem de Kerala uma exceção à regra indiana.

Kerala é bem conhecida pela sua vegetação, coqueiros e clima agradável. Este belo estado do sul da Índia é abençoado com uma costa do Mar da Arábia, rios numerosos, enseadas, colinas, montanhas, animais selvagens etc.

Kerala é a sociedade mais avançada da Índia: Com cem por cento de alfabetização, um bom sistema de saúde, com a  menor taxa de mortalidade infantil da Índia e taxas de expectativa de vida mais elevadas.  Pacífica e intocada, Kerala é o estado mais limpo da Índia.

História

A história de Kerala está intimamente ligada com seu comércio, que até tempos recentes girava em torno de seu comércio de especiarias. Celebrado como a Costa Spice of India, antiga Kerala foi palco para os viajantes e comerciantes de todo o mundo, incluindo os gregos, romanos, árabes, chineses, Português, Holandês, Francês e os britânicos. Quase todos eles deixaram sua marca nesta terra, de alguma forma ou de outra – arquitetura, gastronomia, literatura.

No entanto, poucos brasileiros sabem que foi lá que um velho conhecido nosso começou a construir sua fama de descobridor: Pedro Álvares Cabral. Foi ele quem, em 1503 e logo depois de descobrir o Brasil, fundou em Kochi a primeiríssima colônia européia na Índia. Assim nasceu Fort Cochim, a porção norte na costa de uma península da cidade. Talvez por isso 19% de todo o estado é cristão, sendo que em algumas cidades fica claro que muito mais de 50% não é hindu.

Os portugueses dominaram a região e o comércio local até 1663. Depois vieram os holandeses e sua Companhia das Índias Orientais exercer seu domínio em Fort Cochim. Por fim, eles fizeram um acordo com o Império Britânico, que tomou também a Índia inteira.

Talvez por isso 19% de todo o estado é cristão, sendo que em algumas cidades fica claro que muito mais de 50% não é hindu.

O que fazer em Kerala?

Passear nos Backwaters

Tudo é verde, exuberante e tranqüilo nos Backwaters em Kumaracom, estado de Kerala. As casas-barco são antigos barcos de transporte de arroz e demais mercadorias que seguiam para os portos e que hoje são atração turística.

Andar pelas ruas de Fort Kochi

Fort Kochi é o bairro antigo da cidade, alvo de turistas e o lugar ideal para andar de bicicleta por suas ruelas cheias de lojas, galerias de arte, cafés e livrarias uma delicia. Aí você encontrará absolutamente qualquer coisa que tenha visto na Índia e queira levar para casa tecidos, jóias, chás, temperos e  antigüidades.

Fort Cochin deve ser explorada a pé, e lentamente, para estudar suas ruas laterais e becos. Desta forma, eu descobrir as suas lojas do velho mundo, cafés, bungalows e estruturas do património imponente, como o Palácio Holandês com seus elementos finos da arquitetura colonial e Kerala.

Vários cafés despretensiosamente arrumadinhos pipocam nas ruas estreitas e movimentadas de Kochi, junto com lojas de roupas hippies que vendem também caderninhos de material reciclado.

Conhecer as redes chinesas

Um presente do imperador chinês para Fort Cochim no século 14, as tradicionais redes de pesca chinesa são utilizadas até hoje pelos pescadores locais. As redes também são um dos atrativos da cidade, ainda que hoje bastante turístico.

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Igreja de São Francisco

Fort Kochi ( Perto de Fort Kochi Praia ). Aberta diariamente das 7 às 19h. Construída por portugueses em 1503 foi o local de sepultamento de Vasco da Gama (seus restos mortais foram posteriormente transferidos para Lisboa). Seu túmulo pode ser visto dentro da igreja. A igreja tem um grande cemitério que serve como descanso para muitos oficiais do exército português e soldados. A igreja é a única Igreja Católica não demolida por holandeses e foi entregue aos britânicos que a transformaram em  igreja anglicana. Um grande memorial de guerra pode ser visto em seu quintal para honrar os soldados desconhecidos que sacrificaram suas vidas na 1a Guerra Mundial. 

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Clima

Kochi tem um clima tipicamente tropical. As temperaturas variam entre 30°C e 35°C durante o dia e cerca de 24°C durante a noite

Em fevereiro,  a Indo Ásia Tours levará um grupo para o Sul da Índia, com saída dia 18/02/2017 do Aeroporto de Guarulhos

Click no logo abaixo e conheça nossos roteiros e condições

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Desenho sobre a estória do pequeno Krishna em Vridavan

 

Explore a cultura indiana com os roteiros exclusivos da Indo Asia Tours!

Entre em contato com a anfitriã Cristiane e saiba mais sobre nossos pacotes em grupo:

(11) 99719-6335 – cris@indoasiatours.com.br

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Indo Ásia Tours quem mais entende de Ásia no Brasil

Motivos para viajar para Índia

Se passou pela sua cabeça que viajar pela Índia seria uma loucura, vamos listar alguns motivos que o farão analisar que a Ásia pode ser seu próximo destino inesquecível.

Animada, exótica, cultural e colorida.  Se você está em busca de um destino absolutamente intenso para suas próximas férias?  Encontrou..

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1. Varanasi

É um dos destinos mais sagrados da Índia . Varanasi significa Porta do Céu, o local que dá acesso à vida eterna, o último e mais desejado estágio da existência para a religião hindu.

Fundada há cerca de 2500 anos, Varanasi é o retrato da Índia em estado bruto, uma cidade onde encontra toda a religiosidade no máximo esplendor, celebrada em cerimônias lindíssimas a beira do Rio Ganjes.

Todos dias, os indianos de Varanasi fazem uma cerimônia em homenagem ao rio Ganges, conhecida como Ganga aarti, que acontece pouco depois do pôr-do-sol, por volta da sete horas da noite.

A Índia, sempre a “mãe” Índia revelando sua doce face da devoção. Uma dessas faces é o Aarti , palavra  hindi ,  também escrita Arathi, Aarthi (do sânscrito), um importante ritual  religioso Hindu de adoração, uma forma de puja (oferenda), no qual a luz de lamparinas (deepas) com pavios embebidos em ghee (manteiga purificada) ou a cânfora é  oferecida as águas do Ganges para mãe Ganga, nome pelo qual é chamado o Rio Ganges que os hindus consideram  uma divindade(a Deusa Ganga).

2. Mercado de Varanasi

Marcado pela confusão típica dos centros de atividade das cidades indianas, numa simbiose entre um delicioso encanto e o mais puro caos. Lassis, chamuças, sucos de fruta, bancadas de verduras, vendedoras de flores e de artesanato formam um quadro cromático que não mais esquecerá.

3. Apreciar a arquitetura histórica

Índia tem um patrimônio arquitetônico de grande valor, muitos monumentos são declarados Patrimônio Mundial pela UNESCO. Alguns deles: Taj Mahal, o Forte de Agra, o túmulo de Humayun, arte rupestre em Bhimbetka, o grande monumento Budista em Sanchi, os templos de Khajuraho cavernas, Ellora, o parque arqueológico Champaner Pavagarh, os monumentos de Hampi, templos de Chola, igrejas e conventos de Goa entre outros.

4.Fazer compras

Índia é um lugar especial para fazer compras. A cultura artesanal rica para desfrutar e obter jóias, arte artesanal, área têxtil -especialmente roupas trabalhadas – em seda, tapetes, especiarias, pedras e gemas preciosas.

DLF EMPORIO MALL Todas as tops labels internacionais reunidas em luxuosas alamedas. Mas nossos olhos estavam ávidos a procurar produtos indianos, ninguém queria saber de marcas, e descobrimos o último piso do shopping, cheio de lojas locais, roupas, acessórios, jóias  JANAVI foi a loja que mais compramos, pashminas super exclusivas, echarpes lindíssimas, roupas incríveis. Mas este shopping só vale a pena depois de ir nas lojas abaixo e se sobrar tempo.  Ele fica mais afastado. Endereço: 323, Nelson Mandela Marg, New Delhi. http://www.dlfemporio.com

KHAN MARKET Um mall a céu aberto com lojinhas incríveis para todos os gostos, pra mim o lugar mais legal para compras em Delhi. Aqui, algumas dicas das lojas mais legais, mas vale percorrer todo o mall,tem muita coisa bacana para garimpar. Endereço: Rabindra Nagar. www.khan-market.com

Good Earth, essa loja de dois andares de coisas pra casa é um sonho, o difícil é escolher coisas fáceis de transportar , dá vontade de trazer tudo e mais um pouco.No segundo andar você encontra roupas super transadas e descoladas. www.goodearth.in

Fabindia Roupas em algodão e coisas pra casa, destaque para as toalhas de mesa, almofadas, jogos americanos e um mundo de coisas lindas. www.fabindia.com

SANTUSHTI SHOPPING ARCADE Outro mall a céu aberto, menor que o Khan Market, mas com lojinhas muito especiais,  em duas horas dá para percorrê-lo todo. Fica na área militar da cidade, vá com um carro que te espere, o acesso para táxis é bem chapinho. Endereço: Chanakyapuri.

Dicas 

É nessa hora que o ocidental mais erra. Não se pode, é claro, cair na tentação precipitada de mostrar interesse logo de cara pelo produto que quer levar. A negociação para o indiano é como uma dança: não se executa o grand finale sem antes ensaiar alguns movimentos.

Antes de abordar o objeto desejado, pechinche um descansa-copos, um guardanapo ou um corta-unhas. Só depois é hora de partir para o prato principal, o clímax da negociação, o que realmente quer levar para casa.

Esse é o momento mais delicado, pois é considerado heresia pelo código de conduta local simplesmente perguntar o preço e levar o objeto embora. Primeiro porque o produto estará duas, três, dez vezes mais caro do que o normal. Segundo porque o vendedor vai se sentir ofendido. Não negociar é mais do que jogar água no chopp do indiano. Significa que ele poderia ter cobrado a mais pela mercadoria.

Porém, também é falta de educação oferecer um preço muito baixo. Nesse caso, ele ficará ainda mais ofendido, ao pensar que seu produto foi avaliado como de má qualidade. Não existe fórmula. Mas oferecer a metade do valor pedido é o comportamento mais aceito pelas normas de etiqueta da Índia.

Após cerca de duas horas, cinco ou seis chais e um soco no estômago da paciência, você sai da loja feliz por ter pago “super barato” por um produto “que custa vinte vezes mais caro no Brasil”. Enquanto isso, o indiano-vendedor sorri por ter vendido a mercadoria por, pelo menos, o dobro do que havia planejado.

Acompanhe mais informações no próximo POST

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Ásia – Prontos para embarcar nessa viagem?

Prontos para embarcar, para os destinos mais fascinantes do continente asiático?

Não há dúvida de que as pessoas gostam de visitar novos lugares e descobrir os melhores destinos no mundo para escapar e experimentar uma forma diferente de vida. Se você tem um desejo de conhecer lugares incríveis e ganhar experiência maravilhosas durante a viagem, então você deve considerar uma viagem à Ásia.

A Ásia nos convida diariamente a conhecer o novo e ampliar o olhar para o desconhecido sem medo. A cultura de cada país desse continente é singular e rica em detalhes super interessantes e é isso o que move a nossa curiosidade.

Vamos nessa?

“A cara da Índia”  by Andrea Ribeiro

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