Roteiro pelo Nepal e Butão – Outubro 2018

Uma viagem maravilhosa!

https://vouparaasia.wordpress.com

Kathmandu / Pokhara / Chitwan / Kathmandu / Thimphu / Punakha / Paro / Kathmandu

Desta vez, vamos em busca do Shangri-lá (*), em dois países inesquecíveis – NEPAL (a jóia do Himalaya) – BUTÃO (O país da felicidade) (*) Shangri-lá, é onde o tempo parece deter-se, num ambiente de felicidade e saúde.

Abaixo, encaminhamos o roteiro exclusivo, sugerido pela Indo Ásia Tours, para nosso grupo.

Diferencial: Teremos dois dias FREE em cada país, para podermos fazer comprinhas, fazer nada ou dar rolês pelas cidade.

Alimentação:

• Durante a estadia no Butão e em Chitwan, a alimentação está inclusa e serão feitas nos próprios hotéis ou restaurantes de acordo com a programação diária.

Detalhe importante: teremos que ter no mínimo 8(oito) pessoas para a viagem acontecer, dentro dos valores propostos pela empresa.

Para que a viagem comece a ser estruturada, tem que ser confirmada e dado o sinal de U$ 700.

EM BUSCA DO SHANGRILÁ / NEPAL E BUTÃO / ABRIL 2018

ROTEIRO

17 noites / 18 dias

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O NEPAL é um país pequeno, quase do tamanho do estado do Ceará, que fica na Ásia entre a China (Tibet) e a Índia. O país, faz parte da mais alta cadeia montanhosa do mundo, o HIMALAYA que significa “morada da neve”. Essa cadeia é o lar do ponto mais alto do planeta, o Everest (8.844m).

DAY 01: CHEGADA EM KATHMANDU

Recepção no aeroporto e transfer para o hotel.

A tarde, se o grupo estiver descansado, visitaremos Kathmandu Durbar Square – que é o complexo de palácios, pátios e templos como o Palácio de Hanumandhoka, Kumari Ghar (Morada da deusa da Vida), o templo de Taleju (costumava ser o assento dos antigos Reis de Malla de Katmandu.

DAY 02:  TOUR GUIADO EM KATHMANDU VALLEY (B)

Café da manhã incluso. Depois do café visitaremos Boudhanath Stupa e Patan Durbar Square.

Boudhanath Stupa é um dos mais antigos e maiores monumentos budistas do Nepal. A Stupa é cercada por muitas casas privadas coloridas e mosteiros e é considerada como a Meca para Budistas tibetanos.

Patan é uma das principais cidades do Nepal. É conhecida pelos seus templos hindus e budistas, santuários, artes e ofícios tradicionais, palácio antigo e, claro, sua cultura.

Patan                  Foto: PATAN

DAY 03: TOUR GUIADO EM KATHMANDU VALLEY (B)

Café da manhã incluso. Após o café da manhã, visitaremos, Swoyambhunath e Bhaktapur Durbar Square.

Swoyambhunath – Templo dos Macacos. Maha Chaitya, é uma das jóias arquitetônicas do mundo, de aproximadamente 2000 anos, patrimônio cultural mundial da UNESCO, que fica localizado na parte ocidental de Kathmandu. O Monkey Temple é o centro de todos os devotos do budismo Bajrayana. Todo o complexo da Swoyambhunath Maha Chaitya está repleto de monumentos históricos.

Bhaktapur é uma cidade antiga do vale de Kathmandu, patrimônio cultural mundial da UNESCO, que fica no vale de Kathmandu e tem aproximadamente meio milhão de pessoas. A cidade, desde tempos remotos, era a rota comercial entre a China, Tibet e a Índia.

BHAKTAPUR DURBAR SQUARE, o templo de Nyatapole de cinco andares (o mais alto do Nepal), o templo de Bhairav, o quadrado da cerâmica, a praça Dattatraya, as ruas estreitas e o estilo de vida das pessoas de Newar são as principais atrações de BHAKTAPUR.

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.01.29    Foto: templo de Nyatapole (BHAKTAPUR).

DAY 04: KATHMANDU – DIA LIVRE

Café da manhã incluso. Dia livre para atividades pessoais

DAY 05:  TRANSFER DE AVIÃO PARA POKHARA (B) / 30 MINUTES

Café da manhã incluso. Após o café da manhã transfer para o aeroporto com destino à Pokhara, cidade que fica no vale natural mais bonito do Nepal e é um dos destinos turísticos de maior popularidade. O Lago Phewa, sobressai no meio da cidade, que cresceu à sua volta, tendo ao fundo o Annapurna, o Machhapuchre (Fishtail) e as incontáveis Montanhas.”.

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.03.11          Foto: Lago Pewa

DAY 06:  TOUR GUIADO EM POKHARA VALLEY (B)

Café da manhã incluso. Bem cedo, no início da manhã, iremos para SARANGKOT, que é um lugar muito famoso para contemplar o nascer e o pôr do sol. Se tivermos sorte e o dia estiver claro e aberto, teremos uma visão panorâmica do Himalaya. Depois de passar algum tempo em Sarangkot, retornaremos ao hotel para o café da manhã. (Levar água e barrinhas ou algo similar pois o café seráapós o passeio)

NA PARTE DA TARDE VISITAREMOS OS SEGUINTES LUGARES:

DAVI’s FALL, Pokhara Devi’s Fall é outro lugar delicioso, também conhecida localmente como Patale Chhango, é a cachoeira mais fascinante do Nepal.

GUPTESHWOR MAHADEV, É a caverna mais famosa do Nepal e há rumores de que é a mais longa com 2.950 metros e foi descoberta no século XVI. Há vários santuários pela caverna, o maior deles é dedicado ao Deus Shiva. Recomenda-se que leve uma lanterna de cabeça.

TEMPLO DE BINDHABASINI, É o templo mais famoso de Pokhara.

ACAMPAMENTO DE REFUGIADOS TIBETANOS, Um ”little Tibet”. Um pequeno povoado onde os refugiados construíram escola, templos e onde procuram manter a cultura e a religiosidade do Tibet. No local, podem ser adquiridos artesanatos tibetanos.

DAY 07:  DIA LIVRE EM POKHARA (B)

Café da manhã incluso.

Sugestão 1: Curta um passeio de barco no lago Phewa, o segundo maior lago do Nepal, que é o centro de todas as atrações em Pokhara. Aqui, pode-se navegar ou solicitar que um barco contratado o(a) leve até para visitar o templo no meio da ilha. As margens do lago são ideais para relaxamento. À noite e explorar o centro turístico é muito agradável.

Sugestão 2: Jantar à beira do lago, com apresentação de dança nepalesa.

DAY 08: POKHARA-CHITWAN NATIONAL PARK / 148km / 4-5 HRS (B+L+D)

Café da manhã incluso. Vamos viajar de 4 a 5 horas para o sul (126km) até Narayanghat e mais 22km até o Jungle Villa Resort. Ao chegarmos ao Resort, o Programa Oficial será informado aos nossos passageiros.

OBSERVAÇÃO:

O programa atualizado será entregue à você, no momento da chegada ao Resort.

A programação poderá sofrer alterações devido a fatores climáticos, de acesso ou que possam interferir na segurança dos participantes. Pensão completa inclusa.

PROGRAMA

  • 01:00 pm Almoço
  • 03:30 pm ELEFANTE SAFARI (*)
  • 06:00 pm Tour às margens do Rio para contemplar o por do sol.
  • 07:00 pm Jantar

Pensão completa inclusa.

DAY 09: CHITWAN NATIONAL PARK (B+L+D)

PROGRAMA:

  • 06:30 am Acordar
  • 07:00 am Village Tour
  • 08:15 am Café da manhã
  • 09:30 am Canoagem no rio Rapti
  • 11:00 am Visita ao Centro de Criação de Crocodilo
  • 01:00 pm Almoço
  • 02:00 pm JEEP DRIVE (Duração: 3 horas e meia) (*)
  • 18:00 Programa cultural
  • 07:00 Jantar Churrasco ( com Opção para VEG)

OBSERVAÇÃO:

(*) No safari na selva, você será acompanhado por nossos especialistas naturalistas que irão orientar sobre os procedimentos de segurança. Pedimos que respeite suas orientações em todos os momentos.

Se você deseja passear sozinho na floresta, um guia terá que acompanhá-lo para sua segurança.

DAY 10:  CHITWAN NATIONAL PARK / KATHMANDU / 165km / 5-6 HRS (B)

Café da manhã incluso.

PROGRAMA:

  • 6:30 am Acordar
  • 7:00 am Avistar pássaros
  • 8:00 am Café da manhã
  • 9:00 am Partida para Katmandu
  • Pernoite em KATHMANDU no Apsara Boutique Hotel

DAY 11: VÔO PARA PARO & TRANSFER PARA THIMPU (2300m) / 2 HRS (B+D)

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Pensão completa inclusa. O voo da Druk Air para Paro é um dos mais espetaculares de todos os voos da montanha. Voaremos ao longo da cadeia do Himalaya. Na chegada ao aeroporto, o grupo será recebido pelo nosso representante para iniciarmos o transfer para Thimphu, a capital do Butão.

Conhecer o Butão, O PAÍS DA FELICIDADE é literalmente mergulhar num outro universo que parece ter parado (ou avançado) no tempo. Assim que você pousar no aeroporto de Paro, você vai entender. O país conhecido como Druk Yul (Terra do Dragão, na língua local Dzonga) é comumente descrito como a última Shangrilá.

VISITAREMOS:

1. TRACHICHOE DZHONG (FORTALEZA DA RELIGIÃO GLORIOSA). Este é o centro do governo e da religião do Butão, local da sala do trono do monarca e sede do Je Khenpo ou Chefe Abade. Construído em 1641 pelo unificador político e religioso do Butão, Shabdrung Ngawang Namgyal, foi reconstruído em 1960 da forma tradicional do Butão, sem pregos ou projetos arquitetônicos.

TrachichoeFoto: Trachichoe Dzhong

2.BUDHA PARK – Kuensel Phodrang, o maior Buda sentado do mundo. A enorme estátua de 50m de altura em aço de Buda Dordenma que observa a entrada para o vale Thimphu.

DAY 12: TOUR GUIADO EM THIMPU (B+L+D)

Pensão completa inclusa. Thimphu é relativamente pequeno, com uma população de aproximadamente 45.000 pessoas, com ruas largas e arborizadas. Visitaremos o Memorial Chorten do Late King, a Biblioteca Nacional, o Nunnery Drubthob, o Museu do Patrimônio Folclórico, a fábrica de papel artesanal, a escola de artes e ofícios onde jovens estudantes aprendem as artes e ofícios tradicionais (Zo Rig Chusum – treze ofícios ), trabalhos em ouro, o workshop Silver Smiths, Zangtopelri Lhakhang, o Handicraft Emporium e os centros locais de artesanato para ver as tecelãs trabalhando e também as variedades têxteis, pinturas thangkha, máscaras, jóias etc.

DAY 13: TRANSFER THIMPU / PUNAKHA 75 KM / 3HRS (B+L+D)

Pensão completa inclusa. Após o café da manhã, viajaremos para Punakha, no trajeto faremos uma breve parada no Dochula (3.080m) para admirar o local, as bandeiras de oração que decoram o ponto mais alto da estrada. Se o céu estiver claro e aberto, os seguintes picos podem ser vistos a partir deste local(da esquerda para a direita): Masagang (7,158m), Tsendagang (6,960 m), Terigang (7,060m), Jejegangphugang (7,158m), Kangphugang (7,170m), Zongphugang (7,060m), uma montanha de mesa que domina a região isolada de Lunana – finalmente Gangkar puensum, o pico mais alto no Butão (7.497m).

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.08.57        Foto: Dochula

No caminho para Punakha, visitaremos Chimi Lhakhang. Amplamente conhecido, a maioria das pessoas que o visitam, fazem isso para orar pela fertilidade, ou pedir proteção para crianças.

Mais tarde, visitaremos o PUNAKHA DZONG, “PALÁCIO DA GRANDE FELICIDADE”, construído estrategicamente na junção dos rios Pho Chhu e Mo Chhu em 1637 por Shabdrung Ngawang Namgyal para servir como centro religioso e administrativo da região, Punakha Dzong desempenhou um papel importante na história do Butão.

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.10.25        Foto: Punakha Dzong, “Palácio da Grande Felicidade”

DAY 14:  PUNAKHA / PARO 125 KM, HRS (B+L+D)

Pensão completa inclusa. Após o café da manhã, viaje para Paro, na rota, visite Simtokha Dzong, a mais antiga fortaleza do Reino construída em 1627, agora abriga a Escola para estudos religiosos.

A tarde visitaremos TA DZONG, o MUSEU NACIONAL DO REINO. Originalmente construído como Torre de Vigia desde 1967, serve como Museu Nacional do país e possui coleção fascinante de arte, artefatos, pinturas de thangkha e os selos postais requintados de Butão.

Depois, caminharemos para visitar RINPUNG DZONG. Construído em 1646 por Shabdrung Ngawang Namgyal, primeiro governante espiritual e temporal do Butão, o Dzong abriga o corpo monástico de Paro, o escritório do Dzongda (chefe administrativo do distrito) e Thrimpon (juiz) do distrito de Paro.

Pernoite no hotel em Paro.

DAY 15:  CAMINHADA PARA TAKTSANG MONSTERY (TIGER’S NEST) & VISITAS EM PARO (B+L+D)

Pensão completa inclusa. Após o café da manhã, iremos para o norte do vale de Paro até as ruínas de DRUKGYEL DOZNG. A partir desse forte, os bhutaneses repeliram várias invasões dos exércitos tibetanos. Perto da visita, a tradicional casa de fazenda bhutanesa, que oferece uma boa visão do estilo de vida das pessoas locais.

O espetacular TAKTSANG — TIGER’S NEST / NINHO DO TIGRE — é o símbolo de Bhutan, um mosteiro budista encravado na face de uma montanha de pedra muito íngreme. Já foi destruído por terremoto e incêndio; a reconstrução é uma prova indiscutível da tenacidade e força dos seus seguidores. Originalmente, o TIGER NEST uma caverna de meditação do Guru Padmasambhava, que aqui chegou, segundo a lenda, voando nas costas de uma tigresa, o mosteiro foi construído em 1692. A excursão ao mosteiro leva cerca de 5 horas para a ida e volta.

Captura de Tela 2017-09-20 às 00.11.28Foto: Andrea Ribeiro- Coordenadora da viagem a caminho do TAKTSANG — TIGER’S NEST

Ao retornar à visita da cidade de Paro, visitaremos KYICHU LHAKHANG, um dos santuários mais antigos e sagrados de o Reino.

DAY 16: VÔO PARO-KATHMANDU (B)

Café da manhã incluso.

Após o café da manhã cedo no hotel, dirija-se ao aeroporto para conectar o vôo para o destino para Katmandu.

DAY 17: DIA LIVRE KATHMANDU

DAY 18: KATHMANDU DEPARTURE (Vôo)

Transfer para o aeroporto de acordo com sua programação internacional de vôos.

FIM DOS NOSSOS SERVIÇOS

OS CUSTOS INCLUEM:

Kathmandu and Pokhara:

• Passagem aérea Kathmandu – Pokhara

• Todas as transferências para o aeroporto

• Acomodação do hotel – em quarto duplo compartilhado, com café da manhã

• Recepção na chegada ao aeroporto

• Todos os passeios, com veículo privado, com ar condicionado, conforme o programa acima

• Guia de língua espanhola, no trecho do Nepal (KTM-Pokhara-Chitwan-KTM)

• Todas as taxas de entrada de acordo com o itinerário

Imposto de governo

Chitwan National Park part:

• Acomodação do hotel – em quarto duplo compartilhado

• Refeições (café da manhã, almoço e jantar)

• Atividades na Floresta (como por programa) escoltado por guia de língua inglesa.(*)

• Entrada do Parque Nacional e taxas de Conservação da Natureza

• VAT e taxa de serviço de turismo.

• Guia local de Safari

Bhutan:

• Acomodação do hotel – em quarto duplo compartilhado

• Todas as transferências e passeios aplicáveis, conforme mencionado no itinerário

• Todas as taxas de entrada de turismo, taxas de permissão e royalties conforme o itinerário

• Todas as refeições (café da manhã, almoço e jantar)

• Guia local de língua inglesa

• Passagem aérea Kathmandu-Paro-Katmandu

• Visto do Butão

ALIMENTAÇÃO:

• Durante os dias no Butão, toda a alimentação está inclusa e serão feitas nos próprios hotéis ou restaurantes de acordo com a programação diária.

• Em Kathmandu e Pokhara, apenas o café da manhã está incluso.

GUIAS:

Guia nepalês falando espanhol e guia butanês falando inglês. Ambos com ampla experiência na região.

O CUSTO NÃO INCLUI:

• Passagem áerea Brasil – Kathmandu -Brasil

• Custo para o uso extra do veículo, diferente do programado e mencionado no itinerário.

• Custo para qualquer outro serviço não mencionado na item “custos incluídos”

• Custos adicionais decorrentes de percalços, agitação política, calamidades naturais como: deslizamentos de terra, bloqueio de estradas, etc. Nesse caso, o hóspede terá que pagar diretamente no local.

• Pagamento pelo serviço prestado em solicitações pessoais.

• Despesas pessoais, como lavanderia, água engarrafada, bebidas, incidentes, taxas de porteiro, gorjeta, etc.

• Almoço e jantar em Katmandu e Pokhara.

• Seguro viagem.

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OBS:  O grupo deverá ter 6 pessoas confirmadas, caso contrário, os valores acima serão recalculados

 IMPORTANTE:

  • Passaporte deverá ter validade mínima de 6 meses além do término da viagem.

 

VISTOS:

  • Não é necessário obter visto para o Nepal aqui no Brasil. Ele é tirado na chegada ao Nepal no aeroporto de Kathmandu. Tem validade de 30 dias e custa US$ 40. Recomendamos ter essa quantia exata na chegada ao aeroporto, assim como uma foto 3X4.
  • No caso do Butão, o visto é obrigatório e será requerido diretamente pela Indo Ásia Tours.

VACINAS:

  • Para os destinos deste roteiro, é necessário o Comprovante Internacional de Vacinação de Febre Amarela (cartão na cor amarela). Sugerimos grampeá-lo no passaporte.
  • Para a vacinação, em São Paulo favor procurar o Hospital das Clínicas, já que eles fornecem o Certificado Internacional na hora. Endereço: Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 – Centro de Imunização – Medicina do Viajante. Antes de ir ao Hospital, sugerimos fazer o cadastro na Anvisa: http://www.anvisa.gov.br/viajante

 

 O QUE LEVAR

• Roupas leves e confortáveis (shorts e tops de singlet não são apropriados)

• Levar uma canga ou algo similar, para ser usada nos templos

• Calças de moletom (abrigo) ou tactel

• Um agasalho de “fleece”

• Um par de tênis para caminhada

• 01 par de Luvas (para quem sente mais frio)

• Chapéu ou boné, o sol pode ser forte no Nepal e no Butão

• Filtro solar para rosto e lábios

• Hidratante para evitar o ressecamento da pele

• Álcool em gel e/ou lenços umedecidos para higiene

• Medicamentos particulares e materiais de higiene pessoal

• Mochila pequena para usar nos passeios

Lanterna de cabeça

Mais informações com  a COORDENADORA DA VIAGEM: 

Cel: 0551194114.2002    email: andrea@indoasiatours.com.br

Andrea logo indoasia15[1]

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Curiosidades e Dicas sobre o Nepal

O Nepal é um pequeno país asiático, do tamanho do estado do Ceará (Brasil), que fica entre o Tibeth (China) e a Índia. Sua capital é Katmandu.

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Como chegar no Nepal

Não existem vôos diretos saindo do Brasil. As principais cias aéreas que voam do Brasil para o Nepal são a Turkish Airlines e a Qatar Airways, sendo necessário fazer escalas no caminho.

Idioma:

O idioma é o nepales e muitos conseguem falar  o inglês, daquele jeito.

Melhor época para ir 

De fevereiro a abril é  primavera, a segunda melhor época do ano, principalmente para fazer trekking. A poeira pode atrapalhar um pouco na visibilidade das montanhas.

De maio a junho é o período mais quente do Nepal (verão),  com temperaturas altas. 

De junho a setembro as monções (chuvas) castigam o país. Não escolha essa data para viajar

De outubro a dezembro é outono do Nepal e a melhor época para conhecer o país e fazer trekking, já que as chuvas do período anterior fizeram toda poluição e poeira baixar.

Entre dezembro e fevereiro é o inverno do Nepal. Os céus estão mais limpos, mas as temperaturas podem ficar negativas.

Transporte

As estradas no Nepal são ruins, esburacadas e muitas não são asfaltadas.  O transporte público um caos, mas felizmente existem carros e ônibus exclusivos para turistas. Tuk Tuks e taxis existem aos montes pela cidades grandes, pergunte antes o preço e barganhe.

Moeda

A moeda local é a rupia nepalesa.  

A moeda brasileira não é trocada nas casas de câmbio do país. Os ATMs são achados, com mais facilidade, em Kathmandu e Pokhara. Os cartões de créditos são aceitos em boa parte das lojas, principalmente de trekking e  restaurantes.

Regime político

O Nepal foi uma monarquia absolutista até 2008, ano em que o país aderiu ao sistema republicano.

A população

O Nepal é um país pobre, com aproximadamente 30 milhões de habitantes.  Noventa por cento da população, trabalha na agricultura e os índices de analfabetismo beiram os 80%.

O país tem vários grupos étnicos, tais como o Magar, o Newa, o Sherpa ou o Tamang entre outros, como o Nepali, o mais importante e numeroso.

Conhecido no mundo todo como sherpas (ou xerpas), os membros dessa etnia são famosos por ganhar a vida como carregadores de bagagens de alpinistas. Um sherpa foi o 2º homem a escalar o Everest.

Monte Everest, também conhecido no Nepal como Sagarmāthā e no Tibete comoChomolungma, é a montanha de maior altitude da terra. Seu pico está a 8.848 metros acima do nivel do mar.  O monte está localizado na cordilheira Mahalangur Himal, no Nepal.

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 Religião

A religião hindu é a mais numerosa, com quase 80%, depois vem os budistas e os muçulmanos.

Buda

Sidarta Gautama, o Buda, nasceu em Lumbini, no território do atual Nepal.

 Iaque

O tipo de bovino mais comum nas montanhas altas do Himalaia e em boa parte da Ásia é o iaque. Os habitantes do Nepal utilizam quase tudo nesse animal, inclusive os longos pêlos, que os protegem do frio. O iaque é ainda com frequência usado como animal de carga.

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Segurança no Nepal

O Nepal é um país seguro, mas como em qualquer lugar do mundo golpes podem acontecer,  como a venda de pedras preciosas na rua ou crianças vendendo leite. 

Visto

O visto de turista é obtido na chegada a Kathmandu e custa 25 dólares para 15 dias, 40 dólares para 30 dias e 100 dólares para 90 dias. Os valores devem ser pagos em dólares – cartões de crédito e outras moedas não são aceitos.  Leve uma foto 3×4 que será entregue ao departamento de imigração.

Vacina

O Nepal também exige o certificado internacional de vacina contra febre amarela.

Comida:

Apimentada, a culinária local praticamente se resume a arroz, sopa de lentilhas ecurry de vegetais mas o turista em Kathmandu tem opções de restaurantes que servem pizza, cardápios árabes e é possível comer o que há e melhor e mais diferente da culinária nacional. Há muitos restaurantes que oferecem rodízio de comidas típicas de países vizinhos, como comida tibetana, indiana e butanesa.

Dicas:

Pizzaria Fire and Ice – Uma pizzaria moderna que serve uma pizza muito boa. Ótimo atendimento. Tem outras opções e um gostinho italiano em cada prato. As referências quanto a higiene são muito boas. Delícia de lugar. Tenha paciência pois costuma lotar. Vale a pena

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OR2K:  Restaurante: Um lugar com boa comida a preços convidativos. Experimentem o Homus, falavel e o pão Nan. Tem Wi-Fi e tomadas para carregar celulares. Lugares disponíveis somente para sentar no chão, em almofadas, mas vale a pena.

Atenção: Não coma na rua, não tome água da torneira e sempre verifique o lacre das garrafas.

Bebidas

As cervejas Everest e Gorkha são umas das mais baratas e leves que têm no mercado local. O chang, uma cerveja tibetana chamada de” néctar dos deuses,” também é muito famosa. Em Kathmandu existe variedade de bebidas destiladas, tais como Vodka, Whisky e outras bebidas conhecidas em pequenos mercados ou lojas de conveniência.

Bandeira do Nepal é a única bandeira nacional que não apresenta o formato de retângulo ou quadrado.

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Significado da Bandeira:

Os dois triângulos representam a Cordilheira do Himalaia e as duas principais religiões do país: o hinduísmo e o budismo. A lua representa a Casa Real, enquanto o sol simboliza um ramo da Dinastia Rana, dinastia que dirigia o país desde antigamente até 1961. A cor vermelha da bandeira é relacionada à cor do rododendro, planta muito encontrada na região do Himalaia e um dos símbolos do país (o vermelho também é sinal de vitória em guerra), enquanto oazul representa a paz.Também se diz que o sol e a lua representam o desejo de que o Nepal dure tanto quanto estes corpos celestes. Estes símbolos tinham caras até a reforma da bandeira em 1962, quando foram retiradas para modernizá-la.

 

Desvendando a Índia – parte 1

Ladakh e Leh

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Quem vive no Ocidente pode ter um preconceito quanto a realizar uma viagem à Índia mas que ousa, quem se permite, com  certeza vai se surpreender.

Uma das civilizações mais antigas do nosso planeta, a Índia é um país de contrastes. A diversidade de línguas, hábitos e modo de vida não impedem que haja uma grande unidade na cultura do país.

Muita coisa causa estranheza à nós do ocidente, pois são muitos Deuses, símbolos e muitos rituais. A maioria é relativo ao Hinduísmo, que ainda é a religião com mais seguidores na Índia, seguido pelo Islamismo e o Budismo. O Hinduísmo é tão antigo quanto a civilização da Índia, tanto que a palavra “hindu”é erroneamente usada para dizer “indiano” e toda a simbologia é vista pelos outros países como se representasse a própria Índia.

A Índia é a terra onde nasceu Buda e onde o Budismo começou. Abaixo você pode ver um video sobre Ladakh, (Little Tibet) que fica no Norte da Índia. É a Índia que a maioria dos ocidentais não conhece…

Ladakh é conhecida como a terra dos monges e mosteiros e com razão. Spituk é um dos muitos mosteiros da região, que é famoso pela sua localização muito bem esculpida no topo de uma colina . Com montanhas próximas de ser muito mais alto, a localização não é exatamente um ponto de vantagem, mas a vista do mosteiro ainda é bastante surpreendente.Os ventos na noite, no entanto podem relaxar-lo para os ossos.

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Spituk Gompa vai te hipnotizar com a sua bela localização (Créditos de imagem: Koshy)

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Conheça nossos roteiros no site www.indoasiatours.com.br  ou contate: Andrea Ribeiro 011 94114.2002  email: andrea@indoasiatours.com.br

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“Os olhos são o espelho da alma”

Devo agradecimentos a duas pessoas muito queridas que me convidaram para uma viagem à Ásia, continente conhecido pelos templos e pela espiritualidade.

Meu marido, na época namorado, me convidou para conhecer o Nepal e depois a Tailândia e outros recantos que me encantaram pela divergência de valores e pela profundidade de suas crenças.

Durante minha visita a um templo de Catmandu – Nepal, me lembro de ter ficado surpresa ao ver posições do Kamasutra no teto do local, o que me levou a perguntar ao guia: “Aqui é permitido pinturas sexuais num templo”? Ele me respondeu sorrindo: “Por que não seria, a sexualidade é divina”.

Foi uma viagem interna intensa e um entendimento profundo do tamanho da repressão de nossa sexualidade imposta pelas crenças da comunidade judaico-cristã no ocidente.

Bem mais tarde em 2013, fiz uma viagem à Índia, à convite da minha filha Andrea, visitando várias cidades do sul, além de Nova Delhi e Agra.

A palavra Índia significa “rio”, do Vale do Rio Hindu, antiga civilização de rotas comerciais históricas e de vastos impérios.

O nome Índia já me emocionava por se tratar de descobrir uma cultura estrangeira que iria me revelar aquilo que eu tanto buscava, um sentido para nossa existência humana.

Absorver uma espiritualidade que me aplacasse e que desse sentido a tudo o que eu vinha experienciando nesta curta passagem.

A cultura Indiana está marcada por um alto grau de sincretismo e pluralismo; os indianos tem conseguido conservar suas tradições e, ao mesmo tempo, que absorvem novos costumes, tradições e idéias de invasores e imigrantes, estendem sua influencia a todos aqueles que a conhecem.

Apenas por curiosidade, nosso índio é que vem da Índia, quando Colombo chegou às Américas, pensava que tinha atingido a Índia e a partir daí nomeou os seus habitantes.

Minha impressão inicial foi de um choque cultural tão grande, que me paralisou, me deixando sem palavras, meio atônita. Muito cheiro, muito barulho, muita cor e os olhos das pessoas, ah! os olhos de um brilho tão intenso e com tanta vida e amorosidade, que fiquei fascinada. Depois de integrar e trabalhar a inundação de diferentes e fortes emoções, posso dizer que o que mais gostei na Índia foi o contato ocular com as pessoas.

Como atualmente aqui no ocidente as pessoas geralmente apresentam muita dificuldade em olhar e se deixar olhar pelo outro, a intensidade do olhar, principalmente das crianças, por sua curiosidade e espontaneidade, me emocionaram e me tocaram de tal forma que me fizeram questionar porque temos tanto medo de olhar e ser olhado.

Presos à tecnologia, à imagem, ao cinema, à TV, ao celular e outros artefatos midiáticos, ficamos passivos e ameaçados à entrar numa viagem de estar 100% em contato com o outro. Temos medo do outro ou de ver como o outro nos vê? Temos medo de sermos tocados pelo outro? Digo tocados emocionalmente, e de ficarmos expostos aos nossos sentimentos que levamos um grande tempo para aprender a esconder, dos outros e de nós mesmos.

Concluindo, viajar para a Índia permitiu me conhecer mais e melhor, através dos olhares trocados, outra grande aprendizagem foi a aceitação de nossa condição de humanidade. Somos apenas “humano demasiado humano” (Friedrich Nietzsche, 1878).

Eulina Ribeiro (viajou pela Indo Asia Tours  em 2013)

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Os olhos dos indianos brilham!!! (por Andrea Ribeiro)

 

Minha curiosidade pela Índia nasceu na infância quando assistia ao desenho animado “As aventuras de Jonny Quest”, que era o personagem principal da história e filho do Dr. Quest, um cientista que trabalhava para o governo britânico em prol do planeta.

O Dr. Quest adotou um menino indiano chamado Hadji, que vivia de turbante branco e virou irmão adotivo de Jonny Quest, que aprendeu em seu país a fazer mágicas de desaparecer objetos, o que para mim era um mistério total….e a cada aventura me despertava mais fascínio e curiosidade por este país tão exótico.

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Aos 20 anos, decidi morar em Londres, para estudar ingles e trabalhar, onde me deparava com indianos em cada esquina. Mas eu tinha um propósito, juntar economias e ir para a Äsia, o que consegui e parti com uma amiga para a viagem mística e fascinante rumo a Índia, Nepal e Thailandia.

Desembarcamos em Delhi, capital da Índia. Tudo era novidade e aos poucos eu me perdia nas cenas inusitadas, marcadas por contrastes, como os palácios de marajás e edifícios recém-construídos. País extremamente colorido, as cores me inspiravam, anestesiavam, trazendo sensações, emoções e sentimentos, que estimulavam todos os meus sentidos. No bom sentido, pirei na Índia!

Mulheres vestidas de saris, animais (vacas, camelos e elefantes) disputando o asfalto, um trânsito caótico, onde carros, motos, rikishaw, tuk tuk… entrelaçavam-se no pouco espaço das ruas.

De trem partimos para Agra e Rajastão (Jaipur, Udaipur, Jodhpur, Pushkar). Compramos tickets em cabine da classe economica, pois tínhamos pouco dinheiro. O turismo praticamente havia começado e a infra-estrutura não era como é agora.

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Esperando o trem e fazendo um social com uns gringos. Olhem a curiosidade dos indianos.

Iniciamos a viagem sozinhas, nos acomodamos na cabine que não tinha portas e não sabiamos que nessa classe aquele lugar não seria privativo. Ao acordar deparamos com vários rostos, com os olhos mais curiosos e brilhantes nos olhando. Eram homens, mulheres e crianças, , com os olhares mais docéis e brilhantes que eu já havia visto. Eles se espremiam, sentados nos maleiros, em cima de nossas cabeças e na pontinha do banco, próximos aos nossos pés, como se numa atitude de não querer nos incomodar. Tempos depois refletimos que talvez aqueles lugares que deitamos, seriam os lugares deles sentarem mas que, com sua humildade, nos cederam e velaram nosso sono.

Foi uma sensação surreal!

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Da esquerda para a direita eu, Evelyn e Giuliano ( um italiano que conhecemos) no trem

Em Agra, deparei-me com o Taj Mahal, Até hoje sinto a grande emoção vivida quando transpassei o portão e vi o palácio mais famoso do mundo construído em nome de um grande amor. O grande imperador Mongol Shah Jahn decidiu construir o monumento em homenagem à sua esposa favorita, Mumtaz Mahal, que faleceu em 1631, após o parto do decimo quarto filho. Mais de 20 mil operários trabalharam na obra, ao longo de 12 anos de sua construção. Éramos praticamente nós e um monte de indianos coloridos e felizes.

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Ao viajar para a Índia, você deve preparar seus olhos para enxergar além do superficial. Você vai ver a pobreza, caos do transito mas também verá olhos mais brilhantes e alegria sem igual.

Depois seguimos explorando as cidades incríveis do Rajastão: Jaipur (a cidade rosa), Jodhpur (a cidade azul), Udaipur, (cidade dos lagos) e o magnetismo de Pushkar em torno de um lago sagrado.

Continuamos viajando por 45 dias e visitamos Bombay, Goa, Mumbai, Bangalore, Madurai, Madras, Puri, Calcutá e Varanasi.

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Eu a direita e uma turma que conheci no trajeto

A Índia é a mais forte das lições de vida, um lugar que nos muda para sempre, que nos faz analisar a nossa realidade e perceber que temos tudo, mas que esse tudo não é fundamental para nos trazer felicidade, pois os indianos tem tão pouco e são felizes.

A Índia mexe com todos os seus sentidos, ela precisa ser vista, tocada e sentida.

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eu em 2015, na Índia, durante o Holli

O que tirei de lição? Muito, mas pouco relacionado com o que esse povo tem para dar. Por isso voltei mais cinco vezes e estou com viagem programada para 2017 e mesmo 30 anos após a primeira visita, ainda posso me deparar com a mesma ternura e os mesmos olhares brilhantes e curiosos como da primeira vez. Isso é a incrível Índia.

Andrea Ribeiro (Fotógrafa)

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Fotos que tirei em viagens à Índia

Desenho sobre a estória do pequeno Krishna em Vridavan

 

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Ásia – Prontos para embarcar nessa viagem?

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A Ásia nos convida diariamente a conhecer o novo e ampliar o olhar para o desconhecido sem medo. A cultura de cada país desse continente é singular e rica em detalhes super interessantes e é isso o que move a nossa curiosidade.

Vamos nessa?

“A cara da Índia”  by Andrea Ribeiro

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