Nepal, que surpresa maravilhosa

Nepal

Minha primeira viagem à Ásia foi em 2011.  Eu poderia ter viajado para a Europa, América do Norte mas optei em ir com minha amiga Andrea Ribeiro para o Nepal.

A maioria dos nepaleses são hindus, cerca de 80%, mas o 10% que é budista tem uma presença forte, com muitos templos e monges rondando o país.

Nossa viagem seria de aventura mas havíamos bucado o Dwarika’s Hotel para os dois primeiros dias, o que nos dava uma certa tranquilidade até decidirmos o que fazer. Procuramos bucar um bom hotel para que pudéssemos descansar da viagem e ter um fôlego para procurar outros mais simples para o restante da viagem. Conseguimos uma promoção e, pronto, ficaríamos em um dos melhores hotéis de Katmandu.

Na chegada, que surpresa! O Hotel era um espetáculo. Arquitetura simplesmente maravilhosa, um elegante conjunto formado por uma antiga vila nepalesa, um prédio cercado de jardins de tijolo à vista e madeiras entalhadas.

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Dwarika’s Hotel

A recepção muito simpática, com um suco gelado e um sorriso. Estávamos cansadas, mas ansiosas para ir para a cidade e tratamos de tomar um banho e correr para a rua…Fomos andando, sem rumo e, mais uma surpresa boa, o hotel ficava super próximo ao centro de Katmandu.

A Déia, minha amiga já havia estado no Nepal mas eu,  não tinha idéia do que ia encontrar.

Pirei quando avistei  às Durbar Square, praças magníficas com suas arquiteturas incríveis. É imperdível visitar tanto Kathmandu como em duas cidades vizinhas, Patan e Bhaktapur.

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Durbar Square

O povo? Muito educado e amável.

Queríamos manter contato com os nativos e lá fomos nós até a Thamel, Centro da Cidade, lá encontramos  Rajendra  Lamichhane, um nepales simpático. Estávamos em Durbar Square, uma multidão começou a vir de todos os lados e não entendíamos o que estava acontecendo. Havía musica, um colorido e um clima mágico. Perguntamos ao Rajendra o que estava acontecendo e para nossa surpresa ele disse, sem alterar a voz ou expressão: “É a comemoração do Ano Novo no Nepal” Que sorte a nossa, sem saber, estávamos no centro das comemorações do Ano Novo.

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A multidão subia nos templos para ver a procissão de pessoas em comeoração ao ano novo

Ficamos curtindo esses momentos e falando da nossa alegria em estarmos no meio do povo e que queríamos ficar em uma casa de nativo, Rajendra nos olhou e disse “eu levo vocês até o  povoado em Gorka, onde nasci, onde vocês poderão ver o Monte Manaslu.

E decidimos fazer isso..

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Manaslu

Quem iria nos acompanhar na verdade era o irmão do Rajendra  Lamichhane, o Krishna.. Pensei…”olha o nome dele, nome de Deus indiano”..

Krishna era muito jovem mas tinha um olhar doce e era muito atencioso conosco.

Foram horas de viagem até Gorka, em umônibus, saindo de Kathmandu.  O veículo parava enquando um rapaz, com o corpo quase que totalmente para fora do veiculo, gritava “Gorka, Gorka”…. e à cada parada subiam e desciam passageiros. Aquilo para mim foi surreal… Um caminho de 150km, durou quase 7 horas. Mas muitas surpresas boas nos aguardavam.

Gorka –a cidade intocada e cativante do Nepal! é uma cidade pobre, mas surpreendente.

Sobre Gorkha – Cerca de 300 anos atrás, Nepal foi dividido em 50 estados pequenos e Gorkha era um deles. A cidade tem um palácio  no topo de uma colina a uma altitude de 4.329 pés (cerca de 1.320 metros)  . Um lugar lindo, onde são realizados rituais.

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Gorkha Palace is perched on a hill beneath massive Manaslu and Himalchuli Peaks in Nepal. ©Ric Ergenbright

Em Gorkha vivemos momentos muitos especiais, com a família Lamichhane e as crianças do vilarejo.

Quando chegamos várias pessoas apareceram para nos saudar, entre elas crianças que dançaram para nós e com quem eu pude dançar também e rir.

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As crianças de Gorka e a mãe do Khrisna no primeiro palno

As 6 horas da manhã do outro dia, quando acordamos as crianças já estavam na nossa porta nos aguardando.

Nunca mais esqueceremos dessas pessoas especiais.

Saimos de Gorkha e fomos rumo a Pokhara, há 25 km, um paraíso a beira do lago Pewa.

Indescritível essa imagem abaixo, que retrata o Lago Pewa, parte do povoado e  o Monte Anapurna. Nós não conseguimos ver esse azul, nem a imagem refletida no lago mas, por tudo que vivemos lá nos poucos dias, temos uma certeza: Temos que voltar…

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Pewa Lake em Pokhara

PARQUE CHITWAN

Chitwan é famoso como um dos melhores parques nacionais de visualização de animais selvagens na Ásia e você terá uma excelente chance de ver rinocerontes de um chifre, veados, macacos, elefantes e centenas de espécies de aves. Poderá ainda,ver leopardos, elefantes selvagens e ursos preguiça – mas sorte mesmo vai ter se puder avistar um tigre de Bengala real majestoso .

Você poderá andar de elefantes, dar banho neles e ver um monte deles na rua, pela cidade.

Experimente o Diferente, conheça e se apaixone pela Ásia

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Visite o Nepal com a:

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