Curiosidades sobre o Butão, país da felicidade

A palavra Butão significa no idioma local “Terra do Dragão”.

O nome oficial do país é Reino do Butão.

O dragão no centro da bandeira butanesa (imagem acima) representa o nome do Butão em tibetano, que é “Terra do Dragão”. Enquanto o laranja representa a religião budista, o amarelo representa a monarquia secular.

A capital e maior cidade do país é Thimphu. Um detalhe: é a única capital do mundo que não é servida por nenhum aeroporto.

A maioria dos butaneses fala o dzonga, uma língua da família tibetana.

Os butaneses valorizam bastante o meio ambiente. Tanto que mais de metade do país (60%) é coberto por florestas protegidas.

O Butão e a Tailândia são os últimos reinos budistas do mundo.

O Butão foi o primeiro país do mundo a banir totalmente o tabaco. Acredite se quiser, mas vender cigarro é considerado crime no pequeno reino do Himalaia, mas não se estresse, você pode levar o seu cigarro durante a viagem.

A entrada de turistas é totalmente controlada pelo Estado. Ou seja, o estrangeiro que quiser viajar para o Butão precisará de autorização do governo local. O roteiro deve ser programado e totalmente pago com antecedência.

O Butão era até recentemente um dos países mais isolados do mundo. Só para se ter uma idéia, ele só começou a construir estradas na década de 1960. A primeira transmissão televisiva butanesa, então, só ocorreu em 1998!

Uma das imagens mais comuns no país, seja em pinturas ou esculturas, é a do pênis. É possível encontrar desenhos do órgão sexual masculino até na entrada das residências mais simples. O motivo: os butaneses acreditam que ele afasta os espíritos ruins. O falo é também um símbolo de fertilidade e boa sorte.

Outro fato bastante curioso: pés de maconha são encontrados em tudo quanto é lugar no Butão, seja nos jardins das residências, beira de estradas ou plantações para “fins recreativos”.

O principal alimento do povo butanês é o arroz, presente em todas as refeições. O que chama a atenção dos turistas que visitam o país – sobretudo europeus – é a quantidade de pimenta nos principais pratos. Eles são extremamente picantes. Outro hábito que causa estranheza é comer com a mão (sempre a direita, uma vez que a esquerda é considerada impura).

Para quem visita a região, uma das principais atrações é a arquitetura local: os prédios e casas do país são verdadeiras obras de arte, com diversas pinturas de dragões, desenhos de flores, portais e rodas da sorte. Conheça, a seguir, outros fatores que fazem do Butão um excelente país para visitar nas suas próximas férias.

10 razões para conhecer o Butão

1- Isolamento

Butão é um país que parece ter parado no tempo, resistindo a todas as transformações do mundo globalizado. Em seu território, você não encontrará nenhuma rede de fast-food, outdoor com grandes marcas ou qualquer outra imagem comum em países do Ocidente. Esse isolamento faz com que o país tenha um cenário único, que pode ser visto tanto nas roupas como nos costumes e na arquitetura.

2- Turismo guiado

O turismo é uma das principais atividades econômicas do Butão. Por isso, é possível encontrar diversas opções de passeios turísticos guiados e personalizados de acordo com suas exigências e preferências.

3- Pessoas

A população do Butão, apesar de suas dificuldades financeiras, é incrivelmente amigável, respeitosa e hospitaleira. Em geral, o turista é tratado como um convidado de honra dos butaneses, que fazem de tudo para agradar e causar uma boa impressão.

4- Gross National Hapiness ou Felicidade Interna Bruta

Criado pelo rei Jigme Singye Wangchuck, em 1972, o Gross National Hapiness serviu como resposta às duras críticas que a economia do país recebia. Este índice tem o objetivo e assume o compromisso de construir uma economia adaptada à cultura do país, baseando-se nos valores budistas.

O conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) aponta que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o material são simultâneos. Nesse sentido, os pilares do FIB são: desenvolvimento educacional para inclusão social, preservação e promoção dos valores culturais, resiliência ecológica com base na sustentabilidade, preservação dos valores garantindo a vitalidade comunitária, saúde, potencialização do padrão de vida e diminuição da jornada de trabalho visando o tempo livre e lazer.

5- Natureza

Butão possui paisagens de tirar o folego: são diversos rios de água cristalina, montanhas com picos nevados e florestas recheadas de animais — incluindo alguns que, até pouco tempo, eram considerados “mitos”, como o panda vermelho. Estima-se que mais de 70% do território do país esteja preservado.

6- Festivais e Cultura

Além da beleza natural, um dos maiores atrativos do Butão são os festivais culturais que trazem danças e músicas tradicionais da região. Entre os diversos festejos, destaque para o Thimphu, que acontece no início do mês de outubro e atrai muitos turistas.

7- Roupas

Ao desembarcar no país, é possível que você se sinta em outro mundo, uma vez que as roupas dos butaneses são bem diferentes e coloridas. Os homens se vestem com o Ghô, uma espécie de Kimono feito de algodão e bordado, que vai até a altura dos joelhos. Nas fortalezas, utiliza-se um tipo de echarpe de algodão bruto que simboliza o serviço civil. As mulheres, por sua vez, usam a Kira, uma roupa que lembra uma canga no corpo e é complementada por uma blusa e uma echarpe.

8- Templos e fortalezas

Para conhecer os imensos templos e fortes de Butão, turistas do sexo masculino precisam vestir calças compridas, enquanto as mulheres devem cobrir os ombros e pernas em sinal de respeito à bandeira Butanesa. Considerados verdadeiras obras de arte, os fortes são todos feitos em madeira, com muitos detalhes e pinturas à mão. Seu interior é um labirinto, que era usado como estratégia de defesa contra invasões. Um dos templos mais famosos é o Ninho do Tigre, que tem uma beleza indescritível e fica localizado na borda de um penhasco perto da cidade de Paro.

9- Comida

Os butaneses se alimentam principalmente de arroz montanhês, batata e pimenta. Pratos como Ima-Datzi (pimentas cozidas com queijo), Kewa Datzi (batatas, pimenta e queijo) são alguns destaques do país, e podem trazer uma explosão de sabores. Outra receita bem apreciada pelos habitantes do local é a suja, um chá temperado com sal e que lembra uma sopa. Assim como na Índia, os butaneses jamais tocam na comida com a mão esquerda, pois esta mão é utilizada para higiene pessoal.

10- Espiritualidade

Em Butão a espiritualidade está em todas as coisas. Todos os locais sagrados do país possuem tapetes para a prática da meditação e do agradecimento, sempre com a presença de incensos para deixar o ambiente ainda mais tranqüilo. Uma vez que a principal religião dos butaneses é o budismo, que inspira a calma e a felicidade, trata-se de um lugar capaz de trazer paz interior ao turista.

Fontes: Wikipédia, Superinteressante, G1, Nômades Digitais, Adventure Club  e Mais Curiosidades.

 

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O que fazer em Kerala – Índia

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Kerala, conhecida como a terra de encanto é um destino que não se deve perder na vida e um dos mais  populares da Índia.

Bem vindos ao Kerala, um  estado indiano completamente atípico. O ritmo calmo da região, sua natureza exuberante e quieta, a lentidão dos rios e barcos que seguem seu caminho sem pressa somados com um povo tranqüilo e sorridente, fazem de Kerala uma exceção à regra indiana.

Kerala é bem conhecida pela sua vegetação, coqueiros e clima agradável. Este belo estado do sul da Índia é abençoado com uma costa do Mar da Arábia, rios numerosos, enseadas, colinas, montanhas, animais selvagens etc.

Kerala é a sociedade mais avançada da Índia: Com cem por cento de alfabetização, um bom sistema de saúde, com a  menor taxa de mortalidade infantil da Índia e taxas de expectativa de vida mais elevadas.  Pacífica e intocada, Kerala é o estado mais limpo da Índia.

História

A história de Kerala está intimamente ligada com seu comércio, que até tempos recentes girava em torno de seu comércio de especiarias. Celebrado como a Costa Spice of India, antiga Kerala foi palco para os viajantes e comerciantes de todo o mundo, incluindo os gregos, romanos, árabes, chineses, Português, Holandês, Francês e os britânicos. Quase todos eles deixaram sua marca nesta terra, de alguma forma ou de outra – arquitetura, gastronomia, literatura.

No entanto, poucos brasileiros sabem que foi lá que um velho conhecido nosso começou a construir sua fama de descobridor: Pedro Álvares Cabral. Foi ele quem, em 1503 e logo depois de descobrir o Brasil, fundou em Kochi a primeiríssima colônia européia na Índia. Assim nasceu Fort Cochim, a porção norte na costa de uma península da cidade. Talvez por isso 19% de todo o estado é cristão, sendo que em algumas cidades fica claro que muito mais de 50% não é hindu.

Os portugueses dominaram a região e o comércio local até 1663. Depois vieram os holandeses e sua Companhia das Índias Orientais exercer seu domínio em Fort Cochim. Por fim, eles fizeram um acordo com o Império Britânico, que tomou também a Índia inteira.

Talvez por isso 19% de todo o estado é cristão, sendo que em algumas cidades fica claro que muito mais de 50% não é hindu.

O que fazer em Kerala?

Passear nos Backwaters

Tudo é verde, exuberante e tranqüilo nos Backwaters em Kumaracom, estado de Kerala. As casas-barco são antigos barcos de transporte de arroz e demais mercadorias que seguiam para os portos e que hoje são atração turística.

Andar pelas ruas de Fort Kochi

Fort Kochi é o bairro antigo da cidade, alvo de turistas e o lugar ideal para andar de bicicleta por suas ruelas cheias de lojas, galerias de arte, cafés e livrarias uma delicia. Aí você encontrará absolutamente qualquer coisa que tenha visto na Índia e queira levar para casa tecidos, jóias, chás, temperos e  antigüidades.

Fort Cochin deve ser explorada a pé, e lentamente, para estudar suas ruas laterais e becos. Desta forma, eu descobrir as suas lojas do velho mundo, cafés, bungalows e estruturas do património imponente, como o Palácio Holandês com seus elementos finos da arquitetura colonial e Kerala.

Vários cafés despretensiosamente arrumadinhos pipocam nas ruas estreitas e movimentadas de Kochi, junto com lojas de roupas hippies que vendem também caderninhos de material reciclado.

Conhecer as redes chinesas

Um presente do imperador chinês para Fort Cochim no século 14, as tradicionais redes de pesca chinesa são utilizadas até hoje pelos pescadores locais. As redes também são um dos atrativos da cidade, ainda que hoje bastante turístico.

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Igreja de São Francisco

Fort Kochi ( Perto de Fort Kochi Praia ). Aberta diariamente das 7 às 19h. Construída por portugueses em 1503 foi o local de sepultamento de Vasco da Gama (seus restos mortais foram posteriormente transferidos para Lisboa). Seu túmulo pode ser visto dentro da igreja. A igreja tem um grande cemitério que serve como descanso para muitos oficiais do exército português e soldados. A igreja é a única Igreja Católica não demolida por holandeses e foi entregue aos britânicos que a transformaram em  igreja anglicana. Um grande memorial de guerra pode ser visto em seu quintal para honrar os soldados desconhecidos que sacrificaram suas vidas na 1a Guerra Mundial. 

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Clima

Kochi tem um clima tipicamente tropical. As temperaturas variam entre 30°C e 35°C durante o dia e cerca de 24°C durante a noite

Em fevereiro,  a Indo Ásia Tours levará um grupo para o Sul da Índia, com saída dia 18/02/2017 do Aeroporto de Guarulhos

Click no logo abaixo e conheça nossos roteiros e condições

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http://www.indoasiatours.com.br/namaste-india.html

Nepal, que surpresa maravilhosa

Nepal

Minha primeira viagem à Ásia foi em 2011.  Eu poderia ter viajado para a Europa, América do Norte mas optei em ir com minha amiga Andrea Ribeiro para o Nepal.

A maioria dos nepaleses são hindus, cerca de 80%, mas o 10% que é budista tem uma presença forte, com muitos templos e monges rondando o país.

Nossa viagem seria de aventura mas havíamos bucado o Dwarika’s Hotel para os dois primeiros dias, o que nos dava uma certa tranquilidade até decidirmos o que fazer. Procuramos bucar um bom hotel para que pudéssemos descansar da viagem e ter um fôlego para procurar outros mais simples para o restante da viagem. Conseguimos uma promoção e, pronto, ficaríamos em um dos melhores hotéis de Katmandu.

Na chegada, que surpresa! O Hotel era um espetáculo. Arquitetura simplesmente maravilhosa, um elegante conjunto formado por uma antiga vila nepalesa, um prédio cercado de jardins de tijolo à vista e madeiras entalhadas.

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Dwarika’s Hotel

A recepção muito simpática, com um suco gelado e um sorriso. Estávamos cansadas, mas ansiosas para ir para a cidade e tratamos de tomar um banho e correr para a rua…Fomos andando, sem rumo e, mais uma surpresa boa, o hotel ficava super próximo ao centro de Katmandu.

A Déia, minha amiga já havia estado no Nepal mas eu,  não tinha idéia do que ia encontrar.

Pirei quando avistei  às Durbar Square, praças magníficas com suas arquiteturas incríveis. É imperdível visitar tanto Kathmandu como em duas cidades vizinhas, Patan e Bhaktapur.

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Durbar Square

O povo? Muito educado e amável.

Queríamos manter contato com os nativos e lá fomos nós até a Thamel, Centro da Cidade, lá encontramos  Rajendra, um nepales simpático. Estávamos em Durbar Square, uma multidão começou a vir de todos os lados e não entendíamos o que estava acontecendo. Havía musica, um colorido e um clima mágico. Perguntamos ao Rajendra o que estava acontecendo e para nossa surpresa ele disse, sem alterar a voz ou expressão: “É a comemoração do Ano Novo no Nepal” Que sorte a nossa, sem saber, estávamos no centro das comemorações do Ano Novo.

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A multidão subia nos templos para ver a procissão de pessoas em comeoração ao ano novo

Ficamos curtindo esses momentos e falando da nossa alegria em estarmos no meio do povo e que queríamos ficar em uma casa de nativo, Rajendra nos olhou e disse “eu levo vocês até o  povoado em Gorka, onde nasci, onde vocês poderão ver o Monte Manaslu.

E decidimos fazer isso..

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Manaslu

Quem iria nos acompanhar na verdade era o irmão do Rajendra, o Krishna.. Pensei…”olha o nome dele, nome de Deus indiano”..

Krishna era muito jovem mas tinha um olhar doce e era muito atencioso conosco.

Foram horas de viagem até Gorka, em umônibus, saindo de Kathmandu.  O veículo parava enquando um rapaz, com o corpo quase que totalmente para fora do veiculo, gritava “Gorka, Gorka”…. e à cada parada subiam e desciam passageiros. Aquilo para mim foi surreal… Um caminho de 150km, durou quase 7 horas. Mas muitas surpresas boas nos aguardavam.

Gorka –a cidade intocada e cativante do Nepal! é uma cidade pobre, mas surpreendente.

Sobre Gorkha – Cerca de 300 anos atrás, Nepal foi dividido em 50 estados pequenos e Gorkha era um deles. A cidade tem um palácio  no topo de uma colina a uma altitude de 4.329 pés (cerca de 1.320 metros)  . Um lugar lindo, onde são realizados rituais.

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Gorkha Palace is perched on a hill beneath massive Manaslu and Himalchuli Peaks in Nepal. ©Ric Ergenbright

Em Gorkha vivemos momentos muitos especiais, com a família Lamichhane e as crianças do vilarejo.

Quando chegamos várias pessoas apareceram para nos saudar, entre elas crianças que dançaram para nós e com quem eu pude dançar também e rir.

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As crianças de Gorka e a mãe do Khrisna no primeiro palno

As 6 horas da manhã do outro dia, quando acordamos as crianças já estavam na nossa porta nos aguardando.

Nunca mais esqueceremos dessas pessoas especiais.

Saimos de Gorkha e fomos rumo a Pokhara, há 25 km, um paraíso a beira do lago Pewa.

Indescritível essa imagem abaixo, que retrata o Lago Pewa, parte do povoado e  o Monte Anapurna. Nós não conseguimos ver esse azul, nem a imagem refletida no lago mas, por tudo que vivemos lá nos poucos dias, temos uma certeza: Temos que voltar…

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Pewa Lake em Pokhara

PARQUE CHITWAN

Chitwan é famoso como um dos melhores parques nacionais de visualização de animais selvagens na Ásia e você terá uma excelente chance de ver rinocerontes de um chifre, veados, macacos, elefantes e centenas de espécies de aves. Poderá ainda,ver leopardos, elefantes selvagens e ursos preguiça – mas sorte mesmo vai ter se puder avistar um tigre de Bengala real majestoso .

Você poderá andar de elefantes, dar banho neles e ver um monte deles na rua, pela cidade.

Experimente o Diferente, conheça e se apaixone pela Ásia

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Visite o Nepal com a:

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